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28/jun

✔ Previously on We Project da tristeza:
 

1. Stefs chorou como se não houvesse amanhã dando sinais de que desistiria do projeto;

 

2. Stefs explicou os motivos que sempre a empacam no mesmo lugar;

 

3. E esses motivos poderiam estar no passado, mais precisamente antes do nascimento da sua protagonista;

 

4. E agora? Ela volta ao passado ou continua projetando o futuro? Deveria ela desistir do projeto de vez?

 

Dias de um Futuro Esquecido – Piloto

 

Este post era para ter rolado em maio, mas percebi que não tinha tanta coisa nova para contar. Na verdade, ainda não tenho, mas afirmo com muita alegria no coração que houve avanços interessantes do mês passado pra cá. Isso quer dizer que me encontrei no passado e muita coisa boa tem rolado uma vez que resolvi seguir meu instinto, famoso por ter me avisado que meus problemas de continuidade moravam antes do nascimento da Amy.

 

Muito que bem. Depois de ter lançado na roda que o problema geral do We Project se encontrava no passado, o objetivo seguinte foi confirmar se realmente o problema geral do We Project se encontrava no passado. Confesso que abri o Word bem cética, esperando o sinal de “mana, esquece, continua com seus sites que já é o bastante”. Por achar que tudo estava perdido, demorei um tempo para tomar coragem e para botar a mente para trabalhar devido ao famoso medo de falhar e de ter que lidar com o insucesso. Sim, rolaram cenas dramáticas.

 

Foi em maio mesmo que me vi tentando escolher o dia ideal para começar. A música perfeita, o caos perfeito e assim por diante. Foi em uma segunda que peguei o dia todo para escrever. Decidi que aquela segunda seria a segunda que daria à luz a mais um “primeiro capítulo”. A parte mais difícil para mim, só não quando escrevo fanfic porque o universo está completamente pronto. Pensem em uma pessoa que fez de tudo para adiar esse processo.

 

Nem tinha motivo para adiar sendo que passei o final de semana anterior a essa segunda pesquisando tudo que precisava para embasar esse spin-off que não é spin-off coisa nenhuma. É a parte que fez nascer o WP e que não visualizava direito. Não estava às cegas como aconteceu com o primeiro capítulo do WP, em que simplesmente dei forma a uma visão.

 

De novo, me vi escolhendo personagens, traçando timeline e fuçando o WP porque os personagens do Dias de um Passado Esquecido estão no futuro com a Amy. Só mais velhos. No total, resgatei 3 figuras do futuro (até então): Verônica, Bradley e Gabrielle (isso não é um triângulo hahahaha). Não posso dizer muito sobre eles, só que Bradley é a melhor pessoa, meu personagem favorito desde que o criei, aquele amor que torna difícil pensar em matá-lo. Sério, eu o amo tanto, mas tanto, ao ponto de me segurar nele para não desistir de tudo. Bizarro, eu sei.

 

Mas na escrita é preciso de motivação. Seja das pessoas ou dos personagens. Fatos reais!

 

Definido isso que citei acima, não tinha nada a se fazer a não ser iniciar o Dias de um Passado Esquecido. Acham que foi fácil? Provo a vocês que não:

 

Tentativa 1 – POV Verônica

 

Veronica

 

Dentre os sentimentos mais dolorosos estava a certeza de não pertencer.

 

Aquela era uma noite que exaltava essa sensação dentro de Verônica. A diferença é que não havia o peso da tragédia, mas burburinhos, barulho de taças, risadas desconexas que nada representavam o que sentia enquanto observava o movimento escorada na parede. Observava a movimentação que nada mais era o retrato de um privilégio mascarado.

 

Estava inclusa naquela roda mais por influência da sua família e não necessariamente porque gostava. Estava ali porque tinha escudo, caso contrário teria recusado a ideia de comparecer a mais uma celebração que não condizia com o que sentia. O mais doloroso é que ninguém parecia notar isso, pois era do seu perfil ficar quieta, omissa, praticamente invisível.

 

A festa era sempre dos outros, mas nunca sua.

 

Tentativa 2 – POV Bradley

 

BradleyNão havia frustração no olhar de Bradley depois de horas de insistência em tentar entrar em uma festa da qual não fora convidado. Não queria chegar aos extremos para cair de paraquedas em uma reunião que não lhe apetecia, mas que não podia deixar passar. Decidira que nada que poderia ser feito hoje, naquele singular momento, seria deixado para amanhã. Não quando começava a ter boa parte das peças do seu quebra-cabeça prestes a se encaixarem.

 

Estava bem trajado na companhia de Sonja. Sua companheira para todas as horas e a melhor pessoa para acobertá-lo quando sua cartada mágica entrasse em cena. Não sabia bem se daria certo, pois nunca chegara a esse ponto com seu charme persuasivo.

 

Não custava tentar.

 

(N/A: Sonja também é do futuro e mudei o posicionamento dela na história depois dessa tentativa).

(todos os gifs são meramente ilustrativos para entreter)

 

Nossa, mas só foram duas tentativas Stefs, pra que tanto choro? Somo as mil e uma tentativas de iniciar o primeiro parágrafo. O famoso comportamento de escrevê-lo mil vezes e apagar. Para eu chegar às linhas acima, me levaram horas. Quando fui ver, eram 18hrs quando realmente iniciei o capítulo que me deixou 100% satisfeita.

 

Tentativa 17361173734 e até então oficial.

 

WP

(ilustrando outra personagem)

 

Mais um ano e nada sobre o desaparecimento da sua melhor amiga.

 

Verônica experimentava mais um dia pesado; de muitos que se seguiam. Seus dias se tornaram mais acinzentados desde que Freya desaparecera. Sem deixar um bilhete. Ninguém sabia o que tinha acontecido depois de se despedirem de mais uma sessão de cinema – que lhes eram sagradas todas as sextas-feiras.

 

Algumas coisas foram perdendo gradativamente a graça porque a falta de buscas e de respostas a atormentavam ano após ano. Sozinha, e vigiada constantemente, não havia muito que fazer.

 

A não ser aceitar.

 

Choro Livre
Escrevi o primeiro capítulo do ponto de vista da Verônica em uma festa. Não rolou.

 

Escrevi o primeiro capítulo do ponto de vista de Bradley na mesma festa e ficou muito legal porque, para mim, tudo que ele representa é legal. Porém, esse cidadão é o mistério, então, tem que ficar um pouco na retaguarda – sem contar que quero mulher em posição de fala e homem de aliado.

 

Escrevi o primeiro capítulo – de novo – do ponto de vista de Verônica, mas em uma batida no ônibus. Nesse mesmo ônibus, ela encontra Bradley e tcharam!!!! Meus personagens se enfrentam, em uma situação arriscada, e já não simpatizam.

 

Não sei se vocês conseguem apurar bem rapidinho o seu problema na hora de engatar uma história nova. Inicialmente, não me apego tanto à trama, embora ela seja minha enxaqueca constante. Dou mais peso aos personagens, ao que representam e às suas respectivas intenções. Se eu não tiver isso 100% claro, o negócio não caminha.

 

Há outra coisa que percebi que interfere uma vez que simplesmente ignoro para tentar ser a diferentona: romance/crush.

 

Por que vocês acham que defendo tanto alguns clichês? Porque eu os escrevo, ué.

 

Contei na resenha do filme Os Últimos 5 Anos que não posso negar romance. Só para dar uma refrescada, eu meio que criei ranço de romances por causa de algumas séries/livros que tornam isso maior que a trama. Só respeito os livros que são do gênero onde, óbvio, o romance é a prioridade porque os personagens geralmente evoluem quando se relacionam.

 

Contudo, tenho uma bronca quando uma série ou um livro investe forte em algo que claramente não precisa em totalidade para sobreviver. O WP prioriza muitas coisas, principalmente no âmbito social, e tive mais facilidade em engatar o primeiro capítulo porque não via o amor ainda. Amy aparece sozinha, em um instante de caos, suficiente para instalar qualquer curiosidade.

 

Ao contrário de Verônica e de Bradley que não sabem o que está acontecendo e encontram um no outro alicerce (e rola o crush). Não fazê-los se encontrar logo de cara me consumiu horas das quais poderia ter engatado um segundo capítulo no mesmo dia. Tentei escrever o Dias de um Passado Esquecido intencionada a não ter romance/crush entre esses personagens, mas me dei mal. Ao contrário de Amy que tem uma rotina programada pela pessoa que se tornara, essa dupla não se transformou ainda, então, é preciso rotina mundana (vamos tomar um sorvete? Vamos fumar um cigarrinho?).

 

Obriguei-me a buscar ajuda no já nascido WP para entender como comecei tudo (minha memória falha, mesmo que seja boa em relembrar de certos instantes). Tive que conversar com meus dois personagens de lá, Amy e Adrian. Adrian é aliado da Amy, assim como Bradley é aliado de Verônica, e esse quarteto tem angústia. As duplas se gostam, mas priorizam outras coisas. Sei que eles adorariam ficar juntos, mas sou a pessoa que não fará isso.

 

Só que estava inclinada a não fazer isso totalmente no Passado Esquecido, ou seja, extirparia essa angústia e focaria só no conflito central e nas relações conforme o caos cresceria.

 

Mas não sou essa pessoa e é por isso que o primeiro capítulo de Dias de um Passado Esquecido demorou muito, mais que o do WP que escrevi em uma sentada, pra nascer.

 

Quis brincar de Time Lord e mudar a timeline romântica. E-não-pode! Se eu anular o romance de mim, o que sobra? Nada porque não consigo desenvolver determinados sentimentos que se traduzem meramente em amor. É, sou romantiquinha.

 

Capaldi 1

 

Verônica e Bradley são os elos do Dias de um Passado Esquecido, assim como Amy e Adrian no WP. Da mesma forma que escrevo agora no passado, escrevi várias cenas anteriores à Amy e ao Adrian para descobrir como ambos se sentiam. Um caso que exigiu capítulos soltos (aka Fragmentos) porque o dilema deles consome 1 ano das suas vidas pra depois rolar o sumiço da Amy e tudo mais – algo que controlo sem precisar voltar a canto algum, ao contrário de Bradley e de Verônica que viram o caos nascer e não enxergava isso direito.

 

O romance não necessariamente funciona para mim como “preciso de um casal para dar mais intensidade aos acontecimentos”. Tento escrevê-lo de maneira complementar. Ok, você sabe que eles se gostam, mas não tem como ambos ficar juntos. Sou essa pessoa. Por mim, nenhum OTP seria OTP, embora, em alguns casos, ame muito quando OTP acontece e se firma.

 

Uma pessoa que me representa nesse quesito é a Rowling, minha melhor mentora literária. Ela trouxe romance para HP, mas o trabalhou em pinceladas para todos os personagens. A autora escreveu fantasia e o romance era complementar. Nada foi ofuscado e amo isso.

 

E tentei ignorar isso. Queria extirpar isso. Sendo tolinha quase todo dia, fatos reais.

 

Dias de um Passado Esquecido e o We Project têm romance, não é prioridade, mas não quer dizer que eu precise aniquilá-lo. E nas duas tentativas do Passado Esquecido fui intencionada a ser fria e megera. Consegui finalizar as duas primeiras tentativas, mas me vi com um buraco no peito. Fui direto para a ação, pro corte seco, e senti falta do meu vício chamado angústia.

 

Quem escreve tem seus vícios e o meu se chama angústia amorosa (ou qualquer angústia). Nem todo amor é consumado, não é mesmo? Só não me deixem assumir séries porque aí ‘cês já sabem que não vai ter OTP. Vai demorar mil temporadas hahahahaha.

 

Capaldi 5

 

Uma vez que tive essa conversa séria comigo mesma, uma nova pausa dramática que sempre acho desnecessária (sendo que é necessária porque todos os sinais estão na minha cara), as coisas fluíram. A 3ª tentativa introduziu os dois personagens relevantes do Dias de um Passado Esquecido e já senti a angústia só de escrever a primeira espiada deles. Ainda não sei o que farei por esses dois, embora conheça suas bagagens por motivos de WP.

 

A partir do momento que engatei o Dias de um Passado Esquecido, consegui ver o que não via no WP. Algo que comentei no post anterior sobre não sentir as emoções, as dores e os medos. Chegou um momento que nem via mais a proposta do enredo porque estava viciada e presa ao que já estava construído – e que não estava tão bom porque quando sei que posso ir mais, eu devo ir mais. Antes de engatar o passado, eu já nem estava indo a canto algum.

 

Fui dessas que preenchi os questionários de personagens, fiz planilhas com nome, idade, problemática e tudo mais, mas o que me faltava era o bendito sentimento. A transição do passado para o que eles se tornaram no futuro. O histórico e não a ficha de cadastro. Não sei se isso será meu dilema eterno sobre tudo que escrever, mas eu precisava dessa compreensão. Precisava assisti-los e acompanhá-los. A Amy já conheço demais, mas o mesmo não valia – e ainda não vale porque não terminei – para seus aliados futuros.

 

Em conversa com a minha metade, ela me disse a mesma coisa. Minha dificuldade era não compreender a vida de Verônica e de Bradley antes da Amy nascer (Bradley não é pai da Amy a quem pergunte). Por não saber, não consegui delinear muitas coisas no WP. Por mais que tentasse escrever cenas soltas para usar como flashback, algo que fiz e que funcionou com Amy e Adrian, não sentia verdade nelas quando conversava com Verônica e Bradley. Não sentia absolutamente nada porque sentei e simplesmente inventei. Não tinha amarração.

 

E o Dias de um Passado Esquecido é uma amarração.

 

Quando passei para o segundo capítulo dos Dias de um Passado Esquecido, comecei a entender ainda mais o universo que criei. Até compreendia, mas agora o compreendo de uma maneira maior e diferente, o que tem tudo para ser aprofundado conforme for escrevendo. Nunca tive problemas com o universo, foi fácil moldá-lo inclusive, mas os personagens sempre serão meu pé no saco. Percebo que não trabalho com essa de criar cena aleatória só porque eu preciso dela – algo que acontece muito em série e isso me irrita de vez em quando porque, às vezes, a meta é só dizer que tal coisa aconteceu e não orna.

 

(por essas e outras que digo que as séries me ensinaram mais que os livros).

 

Mas isso é coisa minha tá, gente? Esse processo funciona diferente para todo mundo que escreve. Tentei me manter com as entrevistas feitas com meus personagens e não rolou comigo. Com certeza, esses questionários são mais fáceis para mim quando escrevo só romance, porque a história não cresce tanto e, geralmente, só há dois personagens em cena.

 

Nessa brincadeira de retornar ao passado, escrevi os famosos 10 capítulos e empaquei. Caso não se lembrem, o mesmo rolou quando comecei a reescrever e a editar o WP. Parece uma praga porque é justamente (e geralmente) no timing que o bolo começa a ganhar forma. É a hora do grande salto. Tenho o drama da minha mente trabalhar mais rápido que meus dedos, o que me obriga a voltar ao que escrevi imediatamente. É aí que grandes cenas mentais não ficam como quero no Word. Todo mundo tende a passar por isso também, mas, não sei vocês, rola uma frustração do capiroto (como uma personagem saltando de uma ponte).

 

Obviamente que o retorno ao passado não foi lindo e perfeito uma vez que engatei o capítulo 1. Houve sim dois instantes em que retornei para o começo porque não estava preenchendo algumas lacunas da vida de Verônica e de Bradley (mente acelerada). Necessariamente, preciso que eles tenham um ponto de confiança para dar aval à sequência de descobertas e de decepções mútua. Principalmente porque a época da história é bem difícil e ambos são completamente mentirosos sobre o que são e o que fazem. Alá, Stefs da angústia.

 

Capaldi 4

 

Essa experiência recente rendeu frutos positivos em um curto espaço de tempo e fiquei espantada com isso. Ampliei mais o repertório de fundo desses personagens e já começo a entender mais os motivos deles terem se tornado quem são no futuro e o papel que desempenham ao redor da Amy.

 

Para vocês terem ideia do quanto tá dando certo esse retorno, criei uma ponte na infância da Amy que justifica boa parte dos problemas de rejeição que ela tem. Algo já talhado, mas consegui melhorar o drama porque criei um gatilho. Sei exatamente aonde mora a dor maior – o que me deixa triste porque isso rima com reescrita de alguns momentos da vida dela, mas não necessariamente deletar tudo e fazer de novo.

 

Sem contar que essa volta ao passado me fez mudar meu leque de personagens do futuro. Esses dias li um artigo que indagava a necessidade de criar novos sendo que é possível fortalecer os que já têm. Escolhi fortalecer alguns que existem e só criei outros no passado por causa de uma necessidade maior (aka movimento). E, automaticamente, esse processo de fortalecer o que já tem me ajudou a fortalecer o que tenho no futuro, principalmente o que transcorre com a Amy, Adrian e o já citado Damian (não é triângulo também).

 

Isso tá me empolgando cada vez mais porque se havia uma coisa que estava sentindo falta era de aprofundar a angústia dos meus trios – que são quartetos.

 

O ponto negativo é que sinto falta do ritmo que tinha com relação ao WP. Escrevia sem olhar pra trás. Funcionou, mas, se eu for pensar bem, isso pode ser transformado em ponto positivo já que criei o hábito (criar mesmo porque esquecia) de reler o que fiz anteriormente. Nem que seja bater o olho – e dou a dica de grifar no documento passagens importantes. Percebi duramente que enferrujei um pouquinho quando cogitei não escrever mais, mas tá tudo bem.

 

Briguei bastante comigo mesma sobre essa questão de ritmo. Tento recuperá-lo um pouco todos os dias. É tenso porque quero terminar de refazer todo o projeto até dia 31/12 e não sei se consigo – pensei a mesma coisa sobre o WP e consegui terminá-lo antes da virada.

 

E ter tendinite é uma grande droga!

 

Só sei que o retorno ao passado tem me ensinado bastante e acho que esse era outro ponto que estava faltando uma vez que vi meu interesse no WP esmorecer aos pouquinhos. Sentia falta de aprender, de jogar lá no Google as paradas que eu precisava saber, e tenho um prazer imenso em criar personagens. Por voltar a aprender, tenho conseguido moldar passado e futuro, o que tem recuperado bastante minha animação. Digamos que esse retorno tem sido minha reabilitação e estou me apaixonando de novo pelo que criei.

 

E eu precisava recuperar essa relação com tudo que criei. Não apenas para conseguir continuar, mas porque sou uma pessoa que se sabota. Inclusive, sou a pessoa que precisa de pontos relacionáveis com meus personagens, algo que não mais sentia com a mesma intensidade de antes. Sem ter esse embasamento, não consigo sentir verdade e sem essa verdade não tem como eu continuar. Isso requer muito timing para ajustar a emoção certa porque se eu sentar para escrever sem uma intenção, por menor que seja, sei que reescreverei.

 

Verônica tem sido meu mais novo GPS emocional para muitas coisas. Ela é basicamente o oposto da Amy por ter vivido em uma época diferente. Ela sofreu tão quanto a filha, e descobrir esses paralelos dos quais não via ao criar cenas aleatórias têm me preenchido.

 

Sendo assim: sim, a experiência tá valendo muito a pena e tá clareando meu cérebro como nunca.

 

Deixo avisado que deste post em diante só falarei do Dias de um Passado Esquecido. Quando retornar ao We Project, será só sobre o We Project, combinado?

 

E como anda o processinho de escrita? Não desistam. ❤

 

Esses gifs maravilhosos não me pertencem.

Stefs
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