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30/jun

✔  Temperatura do amor: ❤❤❤❤

✔  Não precisa de colete à prova de balas;

✔ Como a Hanna pode ser uma pessoinha tão maravilhosa?

 

Assuntos inacabados. Este foi o tema deste episódio de Pretty Little Liars, aproveitado em um bom timing já que (vale a pena lembrar) Marlene e Cia. intencionam correr na S7A. Para ter espaço de ação, nada como limpar as beiradas por meio de um período de calmaria que só deu certo porque não houve grandes revelações. A trama se segurou no suspense em forma da áurea negra de Rollins e de Mary ao mesmo tempo que esse breve sopro de alívio (bem-vindo) garantiu também algumas “resoluções”. No caso, dar um tapa no romance de algumas Liars que estavam “em aberto”.

 

O episódio balanceou os assuntos amorosos inacabados enquanto esticava um pouco mais o papel de Rollins na vida de uma tombada Ali e a dissimulação de Mary para cima das Liars. No meio, estava Hanna que roubou a cena com seu retorno e com flashbacks com o mozão Jordan. Houve o mesmo equilíbrio da semana passada, especialmente porque trocaram encheção de linguiça, que vem sempre em forma de personagem, por acontecimentos passados que tendem a dar certo por serem interessantes.

 

Hanna não perdeu tempo em continuar vivendo após o sequestro, o que tem lá pontos positivos e negativos. A preocupação maior que ficou é que essa Liar não trabalha suas emoções e vê-la passar dos limites no futuro é quase uma garantia. Vide fase em que Ali retornou e que ela preferiu externar (me aborrecendo de uma maneira que só lendo as resenhas passadas).

 

Amei os flashbacks com Jordan, acho-o um mozão lindão. Retrocessos que me fizeram pensar novamente sobre o quanto Marlene e Cia. estão absurdamente inclinados a cometer o que consideraria um dos maiores erros de finalização de Pretty Little Liars: fazer com que as meninas se mantenham com seus amores juvenis. Uma vez feito, saberei que o fandom que respira shipper venceu, sendo que é possível mostrar que nem todos os amores são eternos.

 

Com essa boataria de casamento, meu voto está em Ezria como vencedor, já que é evidente o quanto não dá mais para desgrudá-los. Só neste episódio, ambos pareciam casados.

 

O mesmo não pode ser dito sobre Spaleb e Haleb. Demorou, mas PLL achou seu suposto triângulo e isso me deixa muito triste por medo de que a amizade entre Hanna e Spencer seja afetada. Hastings mostrou que está completamente apaixonada por Caleb e ficou receosa com um relacionamento que não tem mais futuro. Além disso, quero acreditar que Marin se mantenha firme e forte no seu posicionamento sobre beijar o ex meramente por impulso da situação.

 

(ela achou que morreria e chegou perto de morrer, ué. Até eu).

 

Opinião impopular: Hanna sempre me pareceu muito bem com Jordan. Ela conseguiu se encontrar um pouco com ele, mas, depois deste episódio, a personagem mostrou que é mil vezes melhor sozinha. Ver uma das Liars ganhar a vida sem ter um boy a tiracolo = sonho.

 

PLL-7x02---Jordan-e-Hanna

 

A situação atual de Hanna tem um pouco a ver com a questão de identidade, saber quem se é e o que almeja. Nenhuma das meninas tinha isso bem talhado e tudo piorou depois da experiência na Dollhouse. Aos meus olhos, essa Liar sempre foi a que mais duelou em busca de si mesma e é fato que ela precisa se encontrar. Penso que o flashback serviu para fazê-la repensar os últimos 5 anos.

 

Vale mencionar a espiral de autodúvida ao redor dessa personagem neste episódio e que a fez desconsiderar que fugiu por conta própria. Muito me tocou a maneira como ela colocou em cheque seu valor, julgando sua confiança, sua coragem, sua bravura e o fato de não ser a dita forte. Ela é confiante, corajosa, brava e muito forte, não é mesmo? Alguém manda esse bilhete para essa moça.

 

A sua fuga ficou a desejar (é PLL, né?), mas essa pequena ação disse muito da personalidade de Hanna e do quanto ela precisa se encontrar de novo. Disse muito também da sua característica principal: por mais que esteja na espiral negativa, ela dá um jeito de bater a poeira e continua a lutar. A Liar se debate, demais, mas esse processo de se prender e de não sentir rima com o ato de se culpar por algo antes de quebrar as amarras. Como não dar valor à Ali, como se achar menor que a meia-irmã, como não se achar magra e não se achar o bastante de forma geral.

 

Por mais que ame Spencer, Hanna relaciona comigo de vez em quando. Vi-me muito nela neste episódio, dentro desse conflito de ter atuado em um estágio complicado, sair dele com as mãos abanando, depois terminar um relacionamento de anos e ter N, X traumas. A Liar não parou para pensar um pouco sobre si mesma e a chance de Lucas a fez reconsiderar sobre construir algo do zero. De recomeçar. Ao contrário de Aria, por exemplo, que descobriu rapidinho o que queria fazer e me parece muito satisfeita – ainda mais agora com o livro.

 

Ela foi a que mais contou com altos e baixos ao longo das temporadas de PLL (só perde para Spencer por motivos de Radley) e não foi surpresa vê-la querer reivindicar a si mesma e ao seu sonho. Reconheci-me nisso, essa mania de jogar um trauma em cima do outro e de se esquecer de si para depois duvidar de que é possível ir além. Por isso, acredito que a experiência em cativeiro será enviada para o fundo do crânio dessa personagem. Hanna se protegerá para não pensar sobre e nem para medir o que sente. Preocupo-me com Lucas que pode sim se aproveitar disso. Aquela espiada em uma mão sem aliança disse muito.

 

PLL-7x02---Hanna

 

Fato é que tem rolado uma dedicação maior na história de Hanna, o motor da série depois do salto de 5 anos. A maioria das resoluções estava com ela, como o casamento com Jordan, o beijo em Caleb e a decisão sobre a oferta de Lucas. Agora, há um novo trauma e estou nervosa porque sei que ela ficará se enganando até não suportar mais.

 

Hanna fez o que muitas não conseguiriam nesse novo capítulo da sua vida, que não se cura com apenas uma xícara de café, e até que gostei do seu comportamento. Não é algo para se gabar porque não lidar com situações traumáticas pode virar uma bola de neve. E sinto que ela passará por cima de tudo para focar exclusivamente no trabalho.

 

Não foi surpresa, de forma alguma, vê-la intencionada em passar por cima do que viveu em cativeiro. Ela tem a marcha de emergência que adia o sofrimento. Uma vez puxada, a vemos azeda e ríspida. O ponto positivo é que a personagem se empoderou a ficar acuada em casa.

 

Ao contrário das outras meninas, o salto de 5 anos mostrou que Hanna não possui nada sólido no profissional e este episódio meio que esfregou essa lacuna na nossa cara (não incluo Emily porque ela teve lá seus motivos para mudar o próprio trajeto). Essa Liar não tem muita coisa e sua trajetória pós-escola se resume a um estágio nada saudável e ao romance com Jordan. Hora de ser a estilista que está destinada a ser e quero mesmo vê-la sambar em Rosewood.

 

Cê num tinha nem que tá aqui, Lucas!

 

PLL-7x02---Lucas

 

Não sei vocês, mas voltei a ter a sensação de que Lucas nunca teve sua saúde mental no lugar. O interesse dele por Hanna, e pelas outras meninas lá no passado, sempre o deixou na corda bamba de ter ou não uma fixação pelo quarteto. A falta de relevância desse personagem – por enquanto e desde sempre – na trama não tem ajudado porque voltamos às antigas. Período do qual era um stalker mediano que chegou a fazer uns jobs com Mona.

 

Pode haver as melhores das intenções na ajuda de Lucas, é sempre ótimo encontrar amigos em lugares inesperados, mas, considerando a onda de retornos desta temporada, prefiro ficar na minha bolhinha quentinha de desconfiança. Voltemos à regra de confiar desconfiando.

 

Mary vs. Rollins

 

PLL-7x02---Elliott

 

Comentei na semana passada (e em muitas resenhas) o quanto me incomoda as expressões de uma pessoa que acaba por ser descoberta como parte do esquema de A. Ainda não há nada confirmado sobre Rollins, mas a mudança dele neste episódio poderia ter sido menos óbvia, né? Poderiam deixá-lo um pouco no plano de fundo uma vez que a estrela é Mary.

 

Nem acredito que um dia achei gracinha esse cidadão com Ali e neste episódio só quis furar os olhos dele. Foi muito chato vê-lo revelar sua suposta frieza, apenas disfarçando o sotaque, comportamento que atraiu em segundos a atenção das Liars. Repetitivo e me fez lembrar do Ezra.

 

Sinceramente, não consigo entender ainda o tanto de ódio que esse cidadão sente por Ali, outro fator que me incomoda porque PLL tem dado uns motivos muito sem nexo, nada condizentes e interessantes para personagem X abraçar uma agenda contra ela e as meninas. Espero que isso seja esclarecido na semana que vem porque a única coisa que temos é o amor de CeCe que teve recíproca. Não direi “que seja uma razão bombástica” porque depois da revelação de A e da gêmea…

 

Sério, não confio nessa de que Rollins simplesmente pirou porque CeCe morreu. Ouvi dizer que ele pode ser o segredo em forma de pessoa dos Hastings e, se for, arrancarei meus olhos (mentira, mas ficarei possessa da vida).

 

A situação fica mais preocupante porque Mary mostrou que, aparentemente, não é tão ruim assim ao ponto de chamar a atenção de Rollins sobre o que fazia com Ali. A jornada dela mal começou e bateu a bad porque essa personagem pode não ser tão ruim quanto aparenta.

 

E quero que ela seja a pior pessoa. Mary parece uma ótima mentirosa e uma sábia sobre os escanteios que deve se arremessar. O jogo para cima de Emily rendeu um golaço e transmitiu a sensação de que o intuito dela era encontrar uma brecha e fazer o correto para ter passe entre as Liars – somando também a boa vontade de contar mais da sua história, quem faz isso?. Pagando de solícita, há a propaganda boca a boca, pois, uma vez que fizesse o que uma das meninas almejava, haveria review positiva.

 

Além disso, se vender de vítima também está pra lá de convincente, mas não vamos nos esquecer que algo parecido aconteceu com CeCe que, supostamente, queria matar Ali.

 

Mãe e filha Drake foram submetidas ao Radley por motivos parecidos. Quero só ver o que sairá desse mato e se alguma das meninas se tocará disso. Ambas escaparam da possibilidade de prisão, algo que não aconteceria com CeCe por motivos, e foram internadas por causa de outra criança. Justamente embaixo do nariz de Jessica, uma mulher claramente desprezada por ambas.

 

O que intriga agora é que Mary tem também o rótulo de pessoas podem ser segredos. Pra quem? Hastings também?

Concluindo

 

PLL-7x02---Hanna-e-Mary

 

O único adendo negativo que faço é sobre o retorno de Hanna. Faltou mais dramatização e mais dificuldade considerando que A.D. é maléfica(o). É PLL, mas pareceu que a Liar estava voltando de um passeio, muito sossegada (embora a expressão seca dissesse bastante) ao lado de uma desconhecida com o rosto de Jessica DiLaurentis. A ideia até poderia ter sido fazê-la ignorar o acontecimento por certo tempo, mas não desceu esse senso de conforto e de segurança para quem tinha acabado de se embrenhar no matagal em nome da vida.

 

Não reclamo da ausência de Ashley e nem muito menos de Jordan para dar um carinho nessa personagem. O sequestro durou uma madrugada. É como se ela estivesse dormindo, então, torna qualquer outra presença desnecessária porque ambos não tinham razão para sentir sua falta.

 

Além de Hanna, o intuito deste episódio foi trabalhar a situação de Ali dentro da clínica psiquiátrica, o novo palco de conflito. Sem um Radley, nada como criar uma versão particular, isolada e com a mesma pitada de cegueira com relação a um médico que não esconde o quanto está sendo antiético. A finalização da Queen esta semana deixou um gosto amargo na garganta, especialmente quando se pensa que foram as meninas que a botaram ali e que muito provavelmente a personagem está pagando por algo que não cometeu – e não seria a primeira vez. É aquela velha história de dizer que perdoou, mas, a menor chance, a culpa vai pra pessoinha que fez mal a nós no passado.

 

Pela promo do próximo episódio, acredito que dá para fixar a ideia de que a entrega de Ali para A.D. foi o maior erro das meninas. Começo a pensar que a tumba do futuro pode ter sido feita para a Queen (a jogada da luz divina, meldels). Não apenas por ela não estar na cena, algo que dá para ignorar um pouco porque essa personagem nem atingiu esse nível de experiência para sujar as mãos com as Liars, mas porque não vejo recuperação.

 

Se há outra coisa que quero é que uma delas morra ou fique internada para sempre porque volto a dizer o quanto seria surreal também todas terminarem bem. É muito trauma que tem tudo para acumular outros mais considerando a promessa de que A.D. é sangue nos olhos (esperando por isso porque ainda tá tudo mais ou menos). Seria muito nave da Xuxa todas terminarem sãs, seguras e com os amores antigos.

 

Fato é que o trio que entregou Ali aguentará o peso da decisão e acho válido. Hanna não estará inclusa porque foi objeto de troca e não sei como a Queen perdoará as meninas uma vez que sair dali e souber a verdade. Tá dando muita dó dessa personagem e nunca pensei que diria isso na vida porque não consegui encontrar perdão no meu coração sobre essa moça.

 

Mas e então…

 

✔ Liam editando o livro com Ezra me fez vomitar arco-íris, mais pelo processo mesmo;

 

✔ Radley nunca pareceu um lugar seguro no passado e quero saber o estrago na vida de Mary;

 

✔ Mary Uber-A? Rollins Uber-A? Acho que os famosos minutinhos finais descartam possibilidades;

 

✔ Caleb muito falsiane, né? Tomou toco da Hanna e depois foi lá fazer chamego na Spencer. Esse não é meu mundo e, digo mais, ele está completamente fora da sua caracterização;

 

✔ Jason, cadê volse querido?

 

E agora é real sobre essa ser a última temporada de PLL. Confesso que estava em negação, mas a realidade doeu, hein?

Stefs
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  • Gui Zambonini

    Pretty Liitle Liars é a única série que estou em dia e que faço questão de acompanhar — mesmo com o canal ainda não trabalhando esta como a última temporada. Li que eles aguardarão até o summer finale para dar o veredicto de vez.

    Em todo caso, vamos ao episódio:

    – A minha parte preferida foi ver Spencer de volta ao jogo. Em duas cenas, ela mostrou-se ainda ser a minha Liar predileta. Bateu de frente e enfrentou as pessoas olho a olho, sem ter motivos para baixar a retaguarda. Foi inteligente, sagaz e fez aquele olhar de: “estou tramando algo e juntando todas as peças outras vez”. Ela precisava disso.

    – Caleb perdeu sentindo à história desde quando voltou para o elenco fixo da série. Além de atrasar a vida de Hanna, ele não tem força para manter um triângulo amoroso. Pela conversa que teve com Spencer, é de se esperar o fim do relacionamento deles nos próximos episódios. Ter um mal-estar entre as meninas é aceitável, mas mantê-las afastadas e com desconfianças, não. Ainda mais por causa de um rapaz. Hanna é a mais forte do quarteto e, como consequência, sempre o alvo de A e derivados. Só espero que Marlene e Cia não a transformem em uma bobinha ao estilo Upper East Side, nos mesmos moldes que ficou Blair ao trabalhar com moda. Perdeu o carisma da personagem com enredos tão descartáveis.

    – Sabe aquela teoria das gêmeas que ronda PLL e até deu as caras na série, naquele fatídico episódio de Halloween de anos atrás? Então, talvez Marlene tenha encaixado isso na trama com Mary e Jessica. Não sou a favor a mexer com personagens que se foram e muito menos das respostas com gêmeos — é chamar o telespectador de burrinho. Mas ela aparenta ser menos maléfica do que a forma como foi vendida.

    – Rollins surgiu apenas para despistar a trama de Uber A. Não tem quem tire de minha cabeça que Alison tem MUITO a ver com o grande vilão, até porque, tudo gira em torno da família dela e Cece/A não desce. E a volta de Lucas só tem sentido se revelarem ele como um X-Factor nessa trama descabida dos DiLaurentis. Explicaria a obsessão dele pela Hanna e outras Liars, que sempre se ferram quando ele ressurge das cinzas. Ali está pagando pelo erros do passado, e a ajuda das meninas determinará quem ela aliviará quando mostrar-se quem é de verdade!

    – Jordan é cota. Se não for para causar, não tem sentido também. Liam é um tapa-buraco para dar algum destaque ao casal Ezria. É primoroso as meninas seguirem em frente com ou sem companheiros, mas darem a elas rapazes tão pobres de sentido ao seriado, é pior do que Marlene nos fazer aceitar e compreender isso. Sem contar a volta de Paige nos próximos episódios…

    – Vale comentar que a trilha sonora melhorou muito nesse começo. A seleção musical da temporada passada foi péssima.

    – Ali, Lucas e Mona são minhas apostas para Uber A e derivados.

    – Outro ponto positivo deste episódio: não teve Sara Harvey (difícil de engolir a atuação da atriz e a motivação de mantê-la ao enredo).

    • Hey, Random Girl

      Esse ano de PLL tá ditado pela Marlene como último. A questão é que ela quer expandir, mas não mais em formato série. E a Troian quer casar e esse job tá empacando a vida dela HAAHAHAHAHHA

      Por mim, acabava no meio do ano mesmo. Tão fazendo o mesmo job de anos passados, algo que externo bastante porque não tem mais como criticar. É vício de escrita. É uso e abuso da fórmula. Só que esqueceram que as Liars não têm mais 15 anos. E tudo isso rebate na trama que não está amadurecendo e nem se inovando.

      As escolhas em si da Marlene já mostraram que se desafiar não é sua praia (a não ser pra terror que aí ela manja). Continuo a defender que CeCe e uma gêmea de Jessica foram suas piores investidas. Perdeu toda a magia e as teorias se saem como mais inteligentes que a produtora. Ali foi o problema adolescente, deixou de ser uma vez que retornou, mas parece que tudo tem que ser sobre ela e nem tem mais motivo (e nem razão para incluir as Liars) a não ser que tenha rolado uma chacina entre os DiLaurentis. E essa de puxar os Hastings só reforça esse looping que já perdeu todo o apelo.

      Tenho certeza que PLL teria atingido outro nível se tivessem investido no seu elenco recorrente para revelar vilões. Porque essa turma sim tinha motivo mais que suficiente para acabar com Ali, Jason, Jessica, quem for. Mona que o diga. Mas é aquele ditado, né? A série prefere seus avulsos e não sou tão fã dessa de protagonista que não pode ser corrompido (a S6 me matou nesse aspecto ao revelar quem era A e eu queria que fosse uma das meninas). Chance tem, mas não tá tendo mente aberta nesse caso.

      Hanna tem se saído melhor que Spencer desde a S6B. O que me dá motivo para defender a solteirice das meninas porque claramente os boys não amadureceram e as empacam demais. Por essas e outras que sempre defenderei os boys novos. Não interessa se vai ficar ou ir embora hahahahaah

      Esses dois primeiros episódios foram até que bacanas, mas é inegável a simplicidade da história. Não tem mais susto. Tá previsível. Tá preguiçoso. E tá igual. O que resta? Fingir que tá tudo de boa e não gastar energia com isso. Afinal, é PLL, série que tenta zombar da nossa inteligência ahahahahahaha

      Beijos seu lindo! <3