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11/ago

✔ Mas tinha tanto homem bonito que…
✔ Se alguém souber aonde vende um Drew, me diz!
Termômetro do Amor: ❤❤❤❤❤
 

Primeiramente: que episódio mais maravilhoso. Penso que entrou para o meu pódio de queridos, considerando que, desde que esta temporada de Pretty Little Liars começou, nenhum me cativou 100%. Gostei bastante da intercalação entre a vida amorosa das meninas e os avanços do mistério em torno de A.D.. Ainda tenho minhas críticas sobre as Liars e os ex-namorados, mas funcionou tão bem esta semana, foi tão leve e tão das antigas que não tenho do que reclamar. O mesmo vale para o suspense que me fez dar gritinhos porque senti que Marlene e Cia. estão mais focados que imaginei em respaldar a entrega de CeCe como A.

 

Se é um bom sinal, não sei, mas não estou a fim de queimar minhas mãos. Não ainda.

 

O senso de continuidade permanece forte em PLL e toda semana terei que elogiar isso porque está beneficiando o compasso dos acontecimentos. Dessa vez, tudo partiu da morte cômoda de Sara que permaneceu cômoda até em seu despache. Senti que a perda dessa personagem foi mais para abrir espaço ao que tinha/tem no respectivo quarto de hotel, já que a moça não contava mais nada. Bom é que essa janela foi pertinente para manter o desenvolvimento do mistério que envolve Jenna e Noel.

 

Um ponto meio negativo que se tornou positivo porque os roteiristas estão finalmente sincronizados. Enchem os episódios de gente e começam a eliminá-los um a um depressa. Experiência que deveria ter sido aprendida e aplicada nos anos passados da série, mas é aquele ditado, né? Antes tarde do que nunca e, de novo, só tenho a agradecer. Principalmente porque a linha de raciocínio que o 7×07 atingiu me fez querer dar um beijo na Marlene.

 

Marlene tem lá seus problemas na hora de roteirizar com os amigos, mas Stefs elogia com a mesma energia com que critica. A fé que não tinha para esta temporada me acertou em cheio e não quero ser feita de trouxa (mas serei ou não tem graça). Sempre indicado manter o pé atrás com PLL.


Quem é Noel na fila do pão?

 

Pretty Little Liars - Noel

 

Noel começa a ganhar espaço na trama e, por enquanto, estamos de boa. Está aí um ser que sempre teve muito que contar, desde que Pretty Little Liars se entende como série. Há um inconformismo em mim sobre o descaso com a história desse cidadão, considerando suas conexões. Para mim, Jason, Wren e ele sempre representaram faróis fortes de mistério e o trio foi desvanecendo com o passar das temporadas para dar espaço a personagens muito vazios.

 

Quero acreditar que chegou a hora da recompensa, especialmente porque a presença de Noel criou um divisor na trama. A incógnita que fica é onde acontece o ponto de encontro, ou seja, se tem a ver com A.D. ou não. Afinal, ficou a entender que foi ele quem roubou o arquivo e, de quebra, machucou quase brutalmente menina Yvonne. A.D. mostrou que é baita fã de violência, que pudor não é com sua pessoa, mas em que parte essas duas figuras estão no mesmo plano?

 

Jenna pode estar literalmente cega quanto ao Noel, pode ser uma falsa também, mas é meio difícil duvidar dos momentos em que essa moça surgiu apavorada. Pode ter rolado umas lágrimas de crocodilo com relação à morte de Sara, mas Marshall nunca foi uma rocha como aparenta. Tudo bem que a moça é da lista negra, mas se há algo a temer, acho que chegou a hora de levá-la um pouco a sério. O que continua a não descer é pagar de amiga de CeCe e aguardo uma explicação decente (se houver, né?).

 

Voltando ao Noel, se ele está impaciente é porque alguém próximo deve alguma coisa. Se Jenna se misturou com Sara, muito provavelmente foi mesmo para remontar quem é A.D.. O sumiço do laptop nem foi uma surpresa, mas fiquei grata porque pensei que abandonariam a ideia. Tipo, só deixarem de isca para ser lembrada mil anos depois. Por isso que digo que cada episódio tem sido muito pontual e bem intencionado no que quer desenvolver. Detalhe que tem me feito uma pessoa feliz desde a S6 e pela milésima vez não parem.

 

O retorno de Jason

 

Pretty Little Liars - Jason

 

Sinceramente, esperava um tipo de retorno completamente diferente. Isso, pensando no ponto em que o personagem parou, o que me fez imaginar que o reencontro com Ali ia dar ruim.

 

Por estar tão habituada com seu lado problemático e evasivo, vê-lo sereno e decidido, com a alma claramente lavada, me deixou passada. Está certo que a promo entregou esse posicionamento, mas o que achei muito legal foi a dosagem da compostura e da sensibilidade. Por mais que quisesse o fígado de Mary, a preocupação com Ali mostrou que Jason amadureceu (?) e foi aí que o sensível se apresentou.

 

Amadureceu (?) porque muita coisa pode mudar em PLL e Jason já provou mil vezes que vai da água para o vinho com absurda rapidez. Contudo, temos outra mudança e quero me agarrar a ela. Estou pronta para ser feita de trouxa porque apaixonei com o reencontro DiLaurentis. Instante que marcou a necessidade de Ali ter alguém responsável. Com essa abertura, o brother pode se tornar uma pessoinha melhor, longe da fase beberrão e indisciplinado.

 

É a hora do big bro e, por favor, essa abordagem é mais que necessária em PLL. Foi incrível o posicionamento dele ao anunciar que agora é o responsável legal da irmã, sem hesitar, sem criar escarcéu. Apenas jogando as cartas na face de Mary, todo destemido. Sambou sim!

 

Não posso finalizar sem comentar o reencontro Jason e Aria. Não sei vocês, mas, depois de Jake, queria mesmo que essa Liar terminasse com o DiLaurentis. Não sei vocês², mas a tensão sexual estava nos poros. Opinião impopular, mas Ezria perdeu meu carisma desde a S4 (e relutei para me convencer disso).

 

Os flashbacks do pop

 

Pretty Little Liars - Mary e Jessica

 

Jason tem mil e um problemas, já me deixou aborrecida incontáveis vezes, mas pelos olhos dele consegui capturar a decisão final dos roteiristas de PLL: dar um tipo de redenção a quem foi crucificado no passado. O flashback de Jenna com Toby foi o maior exemplo, embora aquela inclinação para o beijo nem devesse estar ali, mas seguimos. E se não tiver redenção será morte.

 

Os flashbacks foram o grande suporte do episódio da semana e o melhor foi aquele que assentou a presença de Jason. Fiquei jogada com o resgate justamente de um instante que deu a entender que CeCe estava a todo o momento sob os cuidados de Jessica. Isso foi meio ousado para PLL porque dar essas voltas, ainda mais em cima de uma história concluída, é brincar com fogo. Considerando que é essa série, foi até que “brilhante”* desmistificar esse ponto para criar mais nó. Afinal, se não era a famigerada A ali, quem mais poderia ser? Mary Drake.

 

O retrocesso rendeu novas aberturas na história, como a dúvida se Mary foi realmente vítima de Jessica que foi uma cretina com a mana. Inclusive, a torturara indiretamente na época do Radley. De brinde, teve o porão, a melhor amarração de um flashback que mostrou seu poder ao abrir um novo desencadeamento de trama. Deveria ser sempre assim, fatos reais, mas certas coisas se aprendem tarde (ou tarde demais).

 

Um porão que me fez lembrar daquele que Tanner invadiu e descobriu que era um antro que vigiava as meninas na Dollhouse. E fiquei na dúvida se não era o mesmo porque pode ser que esse covil tenha sido de A.D.. Só assim para justificar o incêndio.

 

Não me recordo agora se é o mesmo, mas senti uma familiaridade gritante e isso me deixou maluquinha. Nem preciso mencionar o mural nostálgico com as fotos das meninas, me senti a mãe pensando: minhas filhas cresceram.

 

Falando nisso, os casais…

 

Pretty Little Liars - Spoby

 

Cutuquei na semana passada o quanto estava forçada essa barra de romance de um jeito que me fez indagar onde está a carreira dessas moças. Ainda faço a mesma pergunta, mas, dessa vez, pegarei mais leve no bonde do amor. Minha única sapatada vai pra Haleb porque, nossa, eu não estou conseguindo olhar para eles e a culpa é da Hanna. Nem sei como explicar, sério. E isso nem é implicância porque nasci para enaltecer esse shipper, mas parece que não tem mais o clique. Algo que estava presente em Spoby, com toda a angústia que tanto amo na vida.

 

Esse rodopio no bonde do amor foi um brinde para os fãs mais assíduos nesse quesito. Tudo que Marlene e Cia. não deram nos episódios anteriores foi dado de uma vez neste. E parece que só foi reajustar os ponteiros que as coisas ficaram mais leves, só não para Spoby. Que despedida mais triste, meu Deus! Essa química maravilhosa entre Keegan e Troian é a morte.

 

Queria pedir que deixassem Spencer amorosamente em paz. Mas, não nego, achei ideal ela ouvir algo que outrora foi motivo de tristeza. No caso, achar que não é uma garota que alguém pode amar ao ponto de lhe construir uma casa. Ela comentou isso lá no passado e agora veio a resolução. Embora Troian tenha deixado a entender que essa seria a última cena entre ambos, penso que se realmente for a história encontrou seu timing. Tudo foi deixado às claras.

 

Nem tenho o que comentar sobre Ezria, mas devo dizer que amei o fato de Nicole estar viva. Não para atrapalhar o casal, mas porque volto a dizer: Ezra não está com os parafusos no lugar. E não estando com os parafusos no lugar, quero que Aria fique bem longe.

 

Concluindo

 

Pretty Little Liars - Liars

 

O episódio foi em si um mar de pontos altos e terminou de um jeito que achei que ficaria sem coração. O carro travado, o cronômetro, a mensagem no vidro e Hanna vendo a sombra. Espero que tudo isso valha a pena. Por mais que o mistério esteja caminhando até que bem, minhas decepções quanto às revelações dessa série me impedem de ter tanta expectativa.

 

Uma expectativa que foi cutucada quando o arquivo de Aria não estava presente na gaveta. Não sabia que ainda estava ligada a essa teoria até ver a expressão de Ali, como se soubesse que há mesmo algo de errado com essa Liar. Cheguei a comentar nas resenhas da S7 que Montgomery estava meio estranha e esse casamento foi como uma luva sob medida.

 

Daí, A.D. quem me arrasta o arquivo para pensarmos sobre a 2ª criança de Mary que tem a idade das Liars. Li que teve discrepância nessa info, basicamente igual a idade de Wilden vs. CeCe, e só me resta rir. No fim, meu cérebro bugou nesse instante de excitação porque meu sonho é que uma das meninas seja a problemática da história. Perdoaria todos os furos de Marlene, de verdade.

 

Mas, como PLL tem uma inclinação pela nave da Xuxa, vide revival dos romances, é de se esperar que alguém muito X tenha sangue Drake e seja A.D. (mas eu queria Aria Drake).

 

Foi uma semana de movimento. De estreitar relações e de distribuir pequenos instantes de felicidade para que tudo fosse esmagado. O episódio empilhou mais arquivos que me soam como um quebra-cabeça, muito além das folhas criptografadas de Jenna.

 

O mais relevante de tudo é que A.D. sabe que as Liars estão chegando perto. O que tem me irritado é essa de saber quem matou CeCe. Essas motivações é que acabam com o rolê…

 

PS¹: Emily e a mama Fields, só amor <3

 

PS²: não ia dizer nada, mas tudo tá vindo fácil demais.

 

PS³: “brilhante”* porque é preciso externar PLL de seus erros ou nada convence.

Stefs
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