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03/nov

No vídeo de hoje, nós pegamos este episódio de Chicago Fire e o colocamos em um potinho para amá-lo e protegê-lo. Simplesmente porque a receita que tinha morrido lá na S2 voltou ao menu da série, mesmo temporariamente, e só queria que prosseguissem com esse resgate culinário maravilhoso. A semana não foi sobre drama, embora o gênero estivesse presente, mas sobre ação. Fazia tempo que não sentia vontade de passar os minutos a fim de saber que maldição aconteceria no final. Matt Casey em apuros é pedir para querer estar morta. E foi triste de lindo!

 

Atrelado, houve mais uma onda de fortalecimento na relação Dawsey. O tema da vez foi comprometimento, o diminuto atrito da semana, resgatado do ponto de vista de Dawson. Uma assertiva sobre o quanto Casey estaria pronto para embarcar nessa jornada de paternidade, mencionada na temporada passada. Lá, ela não fizera questão de forçar a barra, relembrando que com ele ou sem ele cuidaria de Louie. A diferença sentida de agora veio da sutil cobrança da personagem que estava no seu direito de dar uma pressionada. Afinal, desde que a S5 começou, o clima do casal está harmonioso e o mozão estava muito de boa para quem hesitou à ideia. Apesar de ser contra a tragédias, uma mexida negativa mais drástica se fazia necessária ou os dois viram duas portas.

 

Sem contar que a adoção nunca escondeu seu caráter de desafiar mais Casey. Independente desse senso de cobrança e de comprometimento partir de Dawson, ele teve que provar o que nem estava intencionado a provar esta semana ao se ver na famosa ironia do destino. O bombeiro norteou um conflito que chegou perto de custar sua vida. De quebra, retornou ao tópico que abalou as estruturas de Gabby no 5×01, sobre o perigo da profissão. Em duas tacadas, testaram dois instantes que pairam negativamente sobre o casal e o resultado dessa emboscada será apresentado, penso eu, nos episódios seguintes. Talvez, ela não o cobre tanto e ceda mais.

 

Fato é que ambos precisam de um acordo porque Louie não precisa de ambiente estressante. Inclusive, vale dizer que acho engraçado de fofo quando os dois discutem e me dão close na criança. Tipo “sou fofo, parem de brigar”. Argh!

 

O único resgate

 

Resenha Chicago Fire - Casey

 

A angústia e o desespero de um único conflito trouxe o melhor de Chicago Fire esta semana de novo e meu lado Rita Skeeter está triste (brincadeirinha!).

 

Quando digo que teve pouco drama é mais pelo conflito ter destacado o trabalho em equipe do 51º Batalhão. Turma que tem rodado em uns chamados medíocres. O resgate foi eletrizante em meio à dança sincronizada dos bombeiros. Além disso, foi uma situação pertinente porque mostrou a habilidade de todos aqueles que andam contando com muito pouco. Severide estava forte na companhia de seu esquadrão e Herrmann fez o bastante para destacar o time que sempre fica atrás de Casey.

 

Embora houvesse o alívio cômico, as emoções relevantes não dispersaram. Fiquei ligada do começo ao fim. De novo, fizeram o que fazem de melhor, estender o impasse pela trama, usar personagem como incidente, e acarretar a dose emocional que rebate no âmbito família. Chorei na última cena, sério! Seja lá quem é essa pessoa do roteiro, eita mãozinha pesada que quero proteger. Pesadíssimo o lance do ácido, btw. Estava em falta esses instantes OMG.

 

De uma forma muito natural, os personagens se amarraram a um incidente que foi simples, mas catastrófico. Houve discussão de família e a estelar desenvoltura de Casey em meio à problemática. Laurel contribuiu demais com o drama e com sua força de vontade em escapar junto com o pai. Repito o que disse na semana passada: Jesse tem recuperado o brilho desde que a temporada começou na companhia da Monica. Este episódio pediu seu melhor e o melhor tivemos. Só consegui respirar quando esse cidadão saiu de lá e estou com medo de efeito colateral. Não vamos nos esquecer de que essa pessoa já teve sua cabeça perto da guilhotina.

 

Com pouco espaçamento de um drama a outro, Chicago Fire entregou mais um episódio impecável. Aquele que toma forma por conta própria e vira seu próprio monstro. Sem tantos entraves e sem sair do tema.

 

Concluindo

 

Resenha Chicago Fire - Gabby e Brett

 

Não tem muito mais o que dizer sobre o episódio a não ser Brett e Mouch que me arrancaram risos e contam com algumas estrelinhas por não terem atrapalhado o conflito de Casey. A reação de Platt foi preciosa demais! Porém, não passou de pura encheção de linguiça, daquelas descaradas, mas necessárias.

 

Tentando entender o objetivo do que rolou com Otis. Amo o lado nerd dele em cena, mas o bichinho podia ter um plotzinho, né?

 

Não posso sair sem celebrar Dawson batendo as portas da ambulância em nome dos velhos tempos. Confissão: reprisei a cena mil vezes, juro! Foi o meu momento de maior felicidade porque sentia tanta falta disso. Melhor ainda foi o contraste em Brett porque Shay dava cobertura para Gabby sem hesitar. Rolou um revirar de olhos do tipo “deixa a rainha mandar, garota”, mas daí você lembra que uma vez que essa mulher assume o número 61, só vem barraco – a pessoa resmungando com Severide, eu ri.

 

Semana que vem parece que promete, hein? Treta entre Casey e Sev, quero.

Stefs
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