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19/nov

O lado bom de não criar expectativa sobre determinadas coisas da vida é que há grandes chances de se quebrar a cara. Bem, vamos dizer que metade da minha face está trincada porque era um fato real que esperava o pior dessa fall finale. Isso, pensando na última vez que emendaram dois episódios de Chicago P.D. que, para mim, não passou de um trauma de tão ruim que foi. Inclusive, um baita desperdício já que os usaram para ser temáticos a Linstead em vez de amarrarem duas tramas contínuas e impactantes. Sério, me dá um negócio só de relembrar o tempo perdido, a execução malfeita e os personagens a ver navios.

 

Parece que aprenderam com o último evento e lanço meu amém com direito as mãos para o alto. Ignorando um pouco certos fatores que têm me deixado enraivecida com a qualidade de CPD, a execução desse duo foi uma bênção. O senso de continuidade entre os dois episódios me fez abaixar um pouco a bola porque esse foi o ponto que reclamei horrores da última vez. O mesmo vale para os roteiros, deveras superiores ao último especial de duas horas.

 

Este é aquele momento que digo que o mundo dá voltas porque, apesar dos pesares, estou satisfeita com o resultado geral. Ambos me fizeram lembrar dos motivos de ter me apaixonado com facilidade pela série, não apenas pelos personagens, mas pela narrativa que prioriza o caso da semana e que traz para o cerne uma equipe focadíssima e sincronizada. Senti muita alma nesses dois episódios, muito embora tenha os pontos negativos que desenvolverei logo mais.

 

Considerando que a minha relação com CPD está morníssima, fazia tempo que não sentia meu coração bater na garganta. Fazia tempo que não sentia uma forte vontade de chorar o tempo inteiro. Fazia tempo que não degustava de roteiros firmes nas suas propostas. Fazia tempo que não via os personagens de maneira geral. Foi uma grata surpresa. Não esperava tanto impacto, tanta tensão, tanta angústia. Tombada? Estou sim, filma a Stefs em nome de Jesus.

 

Pensei em dividir cada episódio por resenha, mas tomem as duas coisas ao mesmo tempo.

 

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Resenha Chicago P.D. - Linstead e Oliver

 

Quando este episódio começou, já estava prontinha para a mesma lorota branco contra negro e branco vence no final como manda a praxe. A meta foi encontrar um link entre um homicídio e Oliver, um estuprador em massa. Para aumentar a negatividade à primeira vista, pensei que Justice seria enaltecida e posso dormir em paz por isso não ter acontecido. Seria uma morte terrível, tão quanto o duo passado, a dobradinha ser dedicada para alguém ou alguma coisa. Imagina a mana falsa tomando os holofotes? Já me basta ter roubado Antonio.

 

Conforme a trama foi se revelando, mais envolvida fui ficando e perguntei o que diabos estava acontecendo. Gosto de episódios intrincados, que demonstram seu grau de dificuldade e que botam o time todo na rua. Foi exatamente isso que aconteceu e gostei sim. Poderiam não se esquecer dessa pegada, mas é o mesmo que torcer para que careca Haas deixe de ser careca.

 

Por isso, acho que posso fazer propaganda de roteirista, então, aqui vai: Jamie Pachino. Não serei metida e direi que seu trabalho é primoroso porque ela precisa de mais espaço no writer’s room. Sem contar que há certo conflito no meu coração sobre seus episódios escritos, já que alguns gostei e outros nem tanto. Porém, a mulher chamou minha atenção ao assinar The Song of Gregory Williams Yates (3×14). Um dos poucos que valeram a pena na S3 e que trouxe o gosto da essência de CPD das antigas em uma temporada que patinou para chegar a canto algum. Botei-a no altar de ladies que escrevem para a TV e que valem certa atenção. Acho que vocês deveriam dar uma espiada também.

 

Pois bem, a moça conquistou minha atenção de novo e só tenho a agradecer. Quando vi seu nome creditado, acreditei que o negócio não seria de todo ruim. E não foi de todo ruim. Pachino tem uma sensibilidade peculiar que me atraiu para seu roteiro sem nem ao menos saber que ela tinha escrito o 3×14. Foi amor à primeira vista, true story. As mesmas sensações que me abordaram no decorrer do episódio mencionado vieram à tona porque essa mulher é das poucas que sabe assentar background emotivo/delicado/relevante com a ação. Da mesma forma que Yates moveu o inferno em Chicago, aqui tivemos um caso semelhante, só que do ponto de vista de um pentelho blindado.

 

Pachino assinou um episódio que tinha cara de SVU, mas não deu em SVU – algo que me fez lembrar na hora do 3×14. Só essa pequena insinuação me fez tremer na base, sensação reforçada com a presença daquele moço lá da mana falsa chamada Justice. Ainda bem que desviaram o caminho porque a inclinação para falhas era altíssima. Inclusive, faço um adendo de que, embora em casos como esse eu sempre enfatize a relevância ou não da vítima, a garota não era o ponto de atrito da vez. A conversa foi sobre privilégios e a teia familiar assinalada nesta tramoia me fez berrar.

 

Aquela árvore genealógica narrada por Ruzek… Sério, gente, eu vomitei arco-íris.

 

Resenha Chicago P.D. - Amin

 

A trama trouxe um caso em andamento com foco completo no suspeito. Tudo que quis do começo ao fim é que Erin acertasse a face de Oliver, nada mais. O contraste da situação veio de Tariq, imigrante que firmou seus pés em solo americano e que morreu por “ver demais”. Para quebrar o coração, tivemos Amir que foi incluso na teia dos ricos sem saber e o desespero dele diante de Voight me partiu em mil pedacinhos. Foi nesse instante que comecei a dar valor ao roteiro, principalmente ao pensar na onda de terror contra imigrantes. O medo desse personagem estar envolvido me abateu, seria um horror, e respirei aliviada por ele não ter caído na tentação de grana over amigo. Chorei.

 

O contraste da trama vem de um polo em que tivemos um cara que ralou horrores para ter uma vida enquanto o outro tinha um exército que o imunizava das podreiras cometidas. A velha indagação do quanto o mundo de vez em quando (ou sempre) é podre. Oliver é o tipo de vilão que Chicago P.D. necessita com urgência (como também os que possuem a pegada do famigerado Pulpo, just saying) porque engrandece a trama. Ele representou aquele tipão que gera vários conflitos no transcorrer do caso, a representação da pura inquietude, que dá a sensação convincente de que ganhará no final do dia. Suas mentiras soam como verdades e há muita coisa encoberta. Além disso, a autoconfiança irritante e marcante que rende o jogo de cinismo. Esse cidadão, em seu pouco tempo de tela, foi visceral. O personagem entrou embaixo da pele e Lindsay demonstrou isso com eficácia.

 

Está certo que Halstead me representou mais naquele interrogatório particular e me restou rir demais. Chiliquenta Jay = eu vivo por isso. Quero. Continuem.

 

Oliver pode ter sido o chamariz da treta, mas o golpe veio em forma de policial, o poker face Jim. Um personagem que criou conexão para o desencadeamento do 4×08. Ele pagou de santo vitimizado pelos ricos, sendo que matou um inocente. Se nem a polícia consegue proteger a vítima, em quem deveremos contar nossa segurança? Uma faísca minúscula para a revolta que se seguiu e que elevou ainda mais o drama desse duo.

 

A Shot Heard Round the World

 

Resenha Chicago P.D. - Carl

 

Basicamente, a pergunta acima foi explorada no 4×08, cuja transição ficou excelente. A minha felicidade com esse senso de continuidade, que faltou no duo anterior, merece estrelas. Credito um pouco mais as vozes desesperadoras do rádio que impediram a queda das emoções engatilhadas pelo episódio anterior. Nem deu tempo de respirar pela prisão de Oliver porque logo surgiu o policial tombado. Um furdunço inicial eletrizante, com a equipe transitando em ritmo compassado, inchando o coração de expectativa. Até a cara de desolação de Will Halstead foi bem-vinda.

 

Ao contrário do 4×07, o roteiro deste episódio foi fechadíssimo. Sem tempo para quem está começando agora. Não houve quebra do ritmo por problemas pessoais e Bunny, a única ponta solta, foi jogada para o final de tudo. Ótimo! Enquanto James se saiu como um corrupto, uma representação da parte podre da polícia, Carl se revelou como o revoltado pela corporação que um dia prometeu servir. O garoto se achou no direito de atirar em todos e mais lágrimas.

 

E eis que entramos nos primeiros pontos negativos que pesaram mais neste em comparação ao anterior (que gostei bastante). Este foi basicamente um paralelo com o 4×02, em que se declarou o quanto policiais têm se tornado alvos. Fiquei contente por terem levado adiante um tema que marcou os primeiros episódios desta temporada de Chicago P.D., mas…

 

Lá no 4×02, tudo culminou na morte de um negro. Isso foi revoltante porque não houve motivo plausível. Não houve uma razão convincente de que a execução era necessária. Ok que a trama que deu continuidade ao duo desta semana aniquilou um homem branco, mas a diferença mora no clichê de que negro sempre tem raiva e que o branco faz o que faz por problemas psicológicos. Romantizaram o branco e vilanizaram o negro, essa é a questão. E é inadmissível esse tipo de floreio.

 

Por isso, faço a mesma pergunta: qual é a dificuldade de desenvolver hate crime? Qual é a dificuldade de mostrar que tanto dentro quanto fora da UI uma pessoa é podre porque é podre e fim? E que os cidadãos possuem raiva genuína, uma raiva plausível, desses personagens? De novo, perderam a chance de explorar essa “naturalização”, muito embora tenha tido seu teor de ódio que acabou justificado em algo que não aguento mais ver ser utilizado à toa. Saúde mental é coisa seríssima. Não é motivo de “hate” gratuito.

 

E é nesse parágrafo acima que o papo “todos falarão deste episódio” morreu. Olhem, vou dizer, Chicago P.D. e Chicago Med andam com umas chamadas tão presunçosas. Deve ser o Lobo quem escreve, não podicê.

 

Prosseguindo, foi sim de chorar o discurso de Voight na tentativa de salvar Carl. Foi terrível Olinsky ter que atirar e não honrar o pedido da mãe. Foi só dor Antonio consolar Hank. Porém, não tem um dia que não leio notícia de que fulan@ fez aquilo por causa da saúde mental. A mídia em si romantiza o problema. Policiais, advogados e afins usam isso de saída para quem comete crimes hediondos. É excruciante ver o mesmo rolar em CPD, série que não anda respeitando pauta de justiça social. E fica tudo bem. Tudo lindo.

 

Stefs, mas você é brasileira e a série é ficção! E quem perguntou? Fico ofendida sim, com certeza, vamos problematizar até o fim dos tempos.

 

Resenha Chicago P.D. - Mike

 

Apesar dos pesares, o 4×08 cutucou várias feridas que rebateram em Antonio e na questão de “boa polícia”. Não gostei de Mike, mas a maneira como ele largou o distintivo foi, desculpem o palavrão, foda demais. Mas não tão foda de ruim quanto a policial tomando um tiro certo na cabeça. E do nada! A equipe naquele beco foi o instante A+ deste episódio, senhor, porque nunca vi essa turma com tanto medo. E nunca me vi desesperada com esse povo todo. Que morte terrível, sou fraca!

 

E esse medo trouxe o melhor dos personagens. Destaco Jay que brilhou neste episódio. Ele voltou a ser o Halstead descontrolado por seu temperamento, quase chutando as mesas da UI. Lindsay também estava incrível, principalmente no 4×07, toda provocativa. Voight só não estava mais maravilhoso porque a gaiola finalmente resolveu dar as caras e saudade que estava da minha bichinha. Muitos se beneficiaram nessas tramas que não deixaram de ter sua relevância, como há muito tempo não se via em CPD. Em ambos os casos.

 

Pontos negativos

 

chicago-p-d-4x08-antonio

 

Abri essa parte para somar os dois episódios. É mais fácil.

 

Comentei que minha opinião sobre a saída de Antonio seria dada no momento correto e eis que o momento correto chegou. Em poucas palavras, e sendo redundante, não tem o menor cabimento tirar quem trouxe Chicago P.D. à vida de Chicago P.D..

 

É muito fácil relacionar a fundação desse universo ao Voight, mas quem levou esse spin-off nas costas, a partir do momento que os burburinhos começaram, foi o personagem que mandarão para Justice em um dito cargo de liderança. É a mesma coisa que tentar fingir que está ótimo carregar uma série sem seu/sua protagonista. Isso é tiro às cegas, porém, tem público. Então…

 

Vejam bem, Justice é mais do mesmo considerando os trabalhos de Dick Wolf. Digo que tem público porque Justice é L&O disfarçada de Chicago e americano ama. Contudo, e no redemoinho, temos Dawson como o famoso bait, como foi uma vez em Fire, e não duvido que o trabalho de Seda se torne dispensável no transcorrer da mana falsa.

 

Dawson nunca ganhou tanta atenção como na semana anterior e a seguinte a exibição desses dois episódios. Método de divulgação justamente para atrair a galera de CPD para uma outra extensão da franquia que nem tem necessidade de existir. Só não vê quem não quer.

 

Fiquei muito quieta quanto a isso porque queria saber o motivo da transferência dessa pessoa na ficção. E que coisa esdrúxula. Senti-me como se revivesse Erin protelando a força-tarefa, mas pelo menos esticaram o tempo para que a personagem tomasse uma decisão. Memória suficiente para mostrar que esse não é o primeiro bait que os roteiristas dessa série arremessam. A transferência de Lindsay foi apenas para que Linstead rolasse sem problemas. E não reclamei porque era algo esperado e poderia ser pior.

 

A soma das razões que fisgaram Dawson deixou meu sangue quente. O cara lá de Justice (sem nomes porque dar nomes torna a coisa real, como ensinou Harry Potter) o barra do nada para ofertar a vaga que Voight do nada deu uma recomendação que do nada Halstead virou o causador da decisão final do personagem em questão migrar para uma série que só Merlin pra ter piedade. Nas minhas anotações sobre esse duo têm vários WTF?, juro, porque senti que perdi o trem que carregava essa novidade.

 

Sem contar a oferta: férias, feriados, 13º, registro na carteira, VR. Ok. Mas sabem o que magoou ainda mais? Terem pintado Laura como a errada. A saída dela – do nada – não fez jus à personagem introduzida na S1. Até nela meteram um OOC gritante porque, assim, falamos da mesma mulher que só faltou perder a cabeça quando um de seus filhos foi sequestrado? Sério? Não tinha necessidade de Antonio dizer que a ex estava com um homem mais velho e rico. Fizeram isso só para reforçar um coitadismo que nunca existiu. Afinal, esse plot do detetive morreu faz tempo.

 

Resenha Chicago P.D. 4x08 - Burgess

 

Para piorar o desconforto, essa situação de Dawson rebateu em Burgess. Foi péssimo. A personagem foi zero enaltecida nesse duo e a vaga na UI pareceu a mesma esmola da S2. Tay não saiu de cena há tanto tempo, mas pareceu que sim. Foram duas semanas e em duas semanas Kim contou com pobreza na ação. Ato proposital para ressaltar uma frustração tão óbvia quanto a inserção intencional de Mike. O cara que me faz bullying para pontuar uma imaturidade que a policial “não está mais a fim de acompanhar” (e, caramba, ela aguentou Ruzek, né?).

 

O intuito geral era ressaltar uma insatisfação da policial que, de quebra, a fez quase levantar uma placa verde fluorescente para chamar a atenção de Voight. Desculpe, mas a Kim Burgess que conheço se provaria em situações de risco e faria um trabalho excelente. Soma que faria o Sargento ser seduzido pela sua competência, como na S1. A personagem precisava ter arrasado nesse duo e não ficar escorada torcendo para alguém sair da UI. Fiquei indignada ao vê-la meio feliz diante da possibilidade de Dawson vazar. Reação humana, ok, mas foi OOC tão quanto Laura mercenária. Por Justice, lá foi a moça reduzida implorar pelo posto vago de um homem. O que eu perdi?

 

Parece bonito Dawson sair e Burgess entrar, mas, infelizmente, não é. Tirando um pouco da influência de Justice, a UI não está tão forte quanto nas duas primeiras temporadas. De quebra, não tem rolado o desenvolvimento de ninguém. As relações estão cada vez mais unilaterais. Sem contar que Antonio tinha cargo de importância, o que me faz pensar que alguém deve ser promovido a co-chefe.

 

Então, o resultado é esse: Burgess tem tudo para simplesmente ocupar uma mesa, continuar nas sombras por motivos de inexperiência e capaz que comece a se estranhar com Ruzek. Não estou aqui para isso. Aquele “one day” do Atwater me deu vontade de jogá-lo na privada.

 

O mais preocupante é que finalmente conseguiram sintonizar Ruzek e Atwater na trama. Algo que tenho gostado de acompanhar e nesse duo foi uma delícia. Desde que a temporada começou está uma delícia. Contudo, alguém precisa ser parceiro de Burgess e não será Lindsay. Não se Voight ainda abraçar o pensamento de que mulher trabalha melhor com homem e vice-versa. Dependendo de quem for, três personagens afundarão sem nem ao menos a brincadeira começar direito.

 

Não posso sair sem falar de Bunny. Refaço a pergunta: só há problema familiar na vida de Erin? A aparição da personagem foi o cúmulo da cara de pau porque os roteiristas simplesmente se esqueceram do bad blood que essa mulher provocou em fins da S2. Ela plotou contra Voight e impulsionou os vícios de uma filha que espiralava no luto só para mantê-la por perto. Como assim está tudo bem entre ambas? O que foi que perdi aqui também, galera? Considerando esse buraco de trama, não espero absolutamente nada desse pai.

 

Concluindo

 

Resenha Chicago P.D. - Julie in memorian

 

Os roteiros desse duo trouxeram um misto de várias sensações. Do caos ao luto. Ambos tiveram seu significado e não escaparam pelas bordas como bem tem acontecido de uns tempos pra cá nessa série.

 

Um episódio de Chicago P.D. é sempre bom quando larga reflexão no final, não me custa repetir. Esse duo deixou muita coisa para ponderar e muita coisa para amargar. Foram “duas horas” proveitosas, regadas com situações intensas e lacrimais.

 

Enquanto um foi mais abrangente, o outro fechou o cerco, mas se encontraram dentro do mesmo tema. Era esse tipo de ligação que faltou no último especial, como também certo rigor na execução, na continuidade e na sincronia/rotação dos personagens. Nada de coisa temática, amém. Não deveria estar embasbacada, mas estou sim. Fui bastante afetada, principalmente quando honraram a memória de Julie e a amarraram à saideira de Dawson. Meus feels. Meu ovários. Inesperado e avassalador.

 

Independente dos pontos negativos, a experiência foi ótima se focarmos no caldo. No caso, as propostas. Chicago P.D. parecia Chicago P.D. das antigas, centrada no conflito e no impacto que tudo traria aos seus personagens. Foi um coordenado double shift e nos resta fechar um pouco a aba sobre essa série. Um bom descanso, né?

 

Chicago P.D. retorna no dia 4 de janeiro de 2017.

Stefs
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