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04/nov

Pensei seriamente em juntar esta resenha com a desta semana devido ao atraso, mas decidi postar assim mesmo, cês me desculpem.

 

Se é para resumir o único ponto de interesse deste episódio de The Vampire Diaries foi o início do desenvolvimento da não mais morta mitologia mais introduzir a nova vilã. Tudo se resumiu a apresentações uma vez que o anterior serviu para assentar a que clima se encontrava os personagens. Novamente, se marcou a sutileza entre drama e romance, porém, não houve nada para se agarrar. Apesar disso, não deixou de ser uma trama gostosa devido à nostalgia e confesso que esperava uma coisa completamente diferente considerando o título.

 

Ainda não tenho uma opinião cem por cento formada sobre a nova vilã. Enquanto o objetivo da sua existência não se esclarecer, ainda não me sinto atraída por ela. Comparando minha afinidade na lata por Rayna, estou tensa nesse aspecto, principalmente porque as artimanhas de atração da novata me fizeram sentir que assistia a Once Upon a Time. Minha sobrancelha ainda está de pé com essa de sereia, pois, particularmente, isso não orna com a série. Tanto personagem místico para escolher, não é? Aguardemos.

 

Ela é elegante e altiva, ótimo, mas me pareceu “tolíssima” considerando o aspecto inicial de ingenuidade sobre como tratar as vítimas. Além disso, sem moral alguma porque sua intromissão na vida de Damon e de Enzo foi por intermédio de um assunto que deixou de ser complexo há eras em The Vampire Diaries: amor. Olha quem essa mulher foi responsável em quebrar. Really? Pelo menos, o fato dela não morrer com facilidade é interessante e quero esperar um tom mais grave de perversidade visto o que rolou com Sarah.

 

Em contrapartida, é bacana essa de expurgar as pessoas ruins. Porém, não consegui antever o que isso tem a ver com a mitologia tanto da Armory quanto de Mystic Falls. Por isso, ficarei quietinha até que Sybil me mostre mais a que veio.

 

The Vampire Diaries 8x02 - mitologia

 

Quem me prendeu um pouco foi o recontar entre Ric e Georgie. Ambos destacaram um ponto em comum com a sereia: a questão do inferno. Ideia que rebateu na situação de Enzo e de Damon, cidadãos que tentaram preservar seus pontos fixos mentais. A impressão que ficou, isso pensando no que aconteceu com a ajudante do teacher, é que esse rebuliço em desenvolvimento tira a humanidade das pessoas. Óbvio demais nesse primeiro momento porque Sybil só mostrou tal talento neste episódio. Não tem muito o que teorizar em cima, a não ser achar uma reciclagem descarada do que aconteceu na S7. Talvez, Kevin faça melhor.

 

(eu mesma me dirigindo apenas ao Kevin e ignorando as demais).

 

Gostei bastante do empenho de Ric, ato que nos levou a um ano, a um símbolo e a um objeto. Saudade dessas pequenas coisas em The Vampire Diaries, que a princípio não significam nada. O teacher me irritou tanto desde que retornou à série que consigo lhe dar um desconto por estar centralizado em algo relevante. Não sei qual era a dificuldade de repetir esse processo sendo que ele sempre foi o norte do oculto.

 

Dentro desse pequeno tumulto, o episódio tentou vender Denzo como iguais. Aqueles que superam tudo e todos, mas Enzo fez jus aos seus anos de tortura. Ao contrário do amigo que acha que domina o jogo e cai nas mesmas ciladas. Damon é muito suscetível, não é novidade, mas só vejo um personagem que empacou e deixou de crescer. E isso é bem triste. O que me dá forças é esta temporada ser a última porque desisti desse Salvatore há tempos.

 

Resenha The Vampire Diaries - Sybil

 

O bom é que essa ponte entre Sybil e Ric rendeu uns paralelos legais entre Damon e Enzo. Ambos tentaram à sua própria maneira se agarrar às suas respectivas damas e não deu certo. Ainda é cômico ver como o Salvatore consegue abrir mão de Elena tão rápido, um baita contraste da força de vontade de St. John que guardou Bonnie até o fim. Enquanto um teve a mente limpa em segundos, o outro não foi só mais destemido, como também impulsionou e fortaleceu o norte romântico. Daquele jeito em que sacrifícios precisam ser feitos para as coisas voltarem ao seu lugar.

 

Basicamente: Enzo mostrou que consegue ser forte pela garota e sambou.

 

De novo, fiquei com a sensação de que Bonnie e Enzo são a nova tentativa Stelena. A cena do carro muito me lembrou Stefan na época em que suas emoções estavam desligadas, mas não tanto assim, na companhia de Klaus. Eu poderia dar aquele pitaco, mas não farei isso porque esse é o romance que não desgastou. Isso, considerando o caminho da S4 até aqui. Os dois são uma tentativa fresquinha de amor genuíno e gosto. Embora tenham muito do primeiro casal da série, ambos são intensos e possuem química. O que me incomoda é ver a bruxa não bruxa só querer saber do mozão. Velhos hábitos da mulher só ver o macho em The Vampire Diaries, sempre.

 

Digo isso porque não gostei nem um pouco da conversa entre Bonnie e Caroline. Lembrou-me demais da fase Elena bitolada pelo Damon. Ficou muito OOC se pensarmos na fase dessa personagem com Jeremy. Está certo que a bagagem com Enzo é completamente diferente, mas a pessoa declarar que está com inveja? Sério, foi muito Santa Gilbert com as emoções desligadas com ciúme do Stefan. Ainda bem que suavizaram no final porque era capaz de ser a pior cena da semana.

 

Agora: queria saber qual foi a meta de resgatar uma personagem que não desenvolveu nada aka Sarah. Assim, ninguém precisa ser gênio para saber que ela influenciaria zero na vida de Damon. O cara nem a conhecia, WTF? Só serviu para deixar Stefan totalmente órfão, aspecto que considero irrelevante porque quem é essa moça? Só serviu para empurrar Steroline e olhe lá. Já que não tem Matt para sofrer com as facadas da vida, vamos tirar os avulsos do armário pra fazer o job.

 

Não reclamo de Steroline devido ao que rolou com Sarah. A entonação do pedido de casamento foi graciosa, mas usar essa parente como impulso principal foi sem sentido. Apesar que prefiro ela a Damon porque, como disse na resenha passada, Defan não funciona mais como antes. Daí ficam nesses discursos repetitivos que o episódio tentou enfiar goela abaixo novamente. Não sou obrigada!

 

O que nos resta de novo é aguardar mais pelo desenvolvimento da temporada. Tudo que temos é que o inferno é uma turbulência emocional, mas será que a trama é sobre isso? E aonde entra Sybil?

 

Mesmo que eu tenha resfriado com relação a The Vampire Diaries, o começo de temporada está que muito bom. E só tenho ao Kevin a agradecer porque sei sim que tem muita mão dele nesse súbito resgate de qualidade nessa série.

 

Sobre os comentários: com fé em Merlin darei uma geral e responderei todos. Não desistam de mim.

Stefs
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