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02/dez

Este episódio de Teen Wolf continuou a costurar a busca por Stiles ao mesmo tempo em que abriu uma nova brecha no conflito em forma do lobinho nazista aka Mr. Douglas. Não houve muita coisa a se segurar, roteiro deveras espaçado, prontinho para enganar a sensação de vazio. Contudo, o importante é que Liam e Cia. brilharam esta semana e foi demais. Investimento deveras relevante.

 

Desde que esta temporada começou, venho comentando o quão é importante Liam sair da sombra de Scott. Muito disso se vê no comportamento de McCall que tem agido mais como conselheiro do seu Beta em vez de dono da trama. O até então líder da série tem depositado uma confiança cega no seu “filho” e isso tem rendido vários momentos positivos. Esse é um jogo que não só beneficia o grupo mais novo, que poderia sim ser esquecido, como também dá a impressão de que a conclusão da série não será um tanto quanto a desejar. Está rolando preparo, sem frescurinhas, e estou amando. A pergunta que Stiles deixou no ar na premiere ainda é muito válida, pois não adianta deixar Beacon Hills a ver navios.

 

Neste episódio, Liam e Cia. mostraram que conseguem se virar sem o Alfa. Que sabem pensar sob pressão. Que conseguem enganar os inimigos mesmo quando o embate parece perdido. Tudo sem se esquecer de que são adolescentes, o motivo real que me fez empacar em Teen Wolf. Em conflito, não dá para exigir perfeição de pessoas com pouca idade e inexperiência com o sobrenatural. A diferença mora no fato de que essa panelinha tem reflexo da panelinha de Scott, o que a impede de ser tão atrapalhada. Daí temos que creditar a S5 que ensinou, Theo quase matou os colegas de sala de Liam, e cada vez mais temos um novo grupo fortalecido.

 

Só que aí voltemos no argumento de que o grupo de Liam precisa tomar bastante canja para assumir o posto de guardiões de Beacon Hills. Penso que até o final da série o grupo chega lá.

 

Resenha Teen Wolf - Liam e Cia.

 

O episódio explorou a dinâmica do grupo de Liam. Exploraram a voz de liderança do Beta, a independência de Hayden em tomar conta de Gwen, a intuição e a positividade de Mason e a insegurança de Corey que não passa de um agregado que provou seu valor de novo. Uma turma perfeita/imperfeita que também se responsabilizou pelo deslize que abriu as portas do inferno. Graças a um toque, um Ghost Rider saiu da penumbra e agora metade dos alunos de Beacon Hills corre risco. Temos um completo caos à vista, o que pode justificar os retornos programados. Só assim para dar conta do recado.

 

A atitude de Corey me fez correlacionar esses ditos inimigos sobrenaturais ao lobinho nazista. E se os Ghost Riders não passarem de plano de contingência? Afinal, tudo retornou para as memórias em que um se alimenta e o outro apaga/retira a pessoa da realidade. Os Ghost Riders mudaram seu modo de operação e ainda não sabemos o que acontece no que pode ser um universo paralelo. Teen Wolf já mostrou que um conflito puxa o outro na trama, e Douglas e esses ditos vilões devem ter pisado na mesma linha do tempo no coração de Beacon Hills.

 

Douglas mata para se apropriar das memórias e os Ghost Riders poderiam agir para que isso não acontecesse. Já que uma coisa tem que somar a outra, ainda não vejo tanto mal assim em vista, a não ser o lobinho nazista que começou a chamar tanto a atenção ao ponto de trazer Argent de volta – e morri e voltei, claramente.

 

Elo que respondeu a ponta solta da temporada passada e que rebateu obviamente no professor da vez. Confesso que estou exausta dessa repetição, mas vamos pensar que Teen Wolf logo acaba. O homem é um Alfa que come memórias, para quê? Ninguém sabe, mas não se capturou intenção alguma contra o bando de Scott. O que normalmente acontece. Por isso que penso na relação com os Ghost Riders, quem sabe essa turma enigmática quer proteger Beacon Hills de uma fera que não foi “criada” naturalmente por motivos de Dread Doctors. Queria acreditar em uma amarração, mas os episódios têm dado pouco e nos resta esperar.

 

No mesmo caminho, tivemos o início da reconstrução do que é Stiles, o ponto fraquíssimo da semana, que agora virou um quem. Ri horrores do comportamento de Elias, precioso de início para dar na nossa cara com a mais pura verdade. Suei frio quando ele comenta sobre a nora falecida e o neto, o que respaldou o dito sonho do Xerife. Cada vez mais curiosa para saber como remontarão Stilinski e trazê-lo de volta. Pena que não queria que Claudia se fosse no processo. Isso, anulando o fato de que ela não quer ser mãe e não julgo. Mas Stiles, né? Criatura adorável!

 

Concluindo

 

Resenha Teen Wolf - Elias, Lydia e Scott

 

Este episódio é o famoso não sei o que dizer porque não tem muito o que dizer. Esticaram demais a ação destoando um pouco o trabalho de Scott, que era para ser mais relevante que os Ghost Riders. Afinal, era a família de Stiles em cena e nunca estivemos tão perto, e ao mesmo tempo tão longe, do background do referido personagem. Espero que aprofundem.

 

Em contrapartida, foi uma semana de personagens e foi muito bom. Tiraram o dia para mostrar que Liam e Cia., com muito treinamento e participação no caso, têm tudo para cuidar de Beacon Hills. Vale mencionar Malia que roubou a cena várias vezes e continua a mostrar que é a mais afetada com a ausência de Stiles. Mesmo sendo uma semana morna, a intenção de montar esse quebra-cabeça pouco a pouco continua a merecer algumas estrelinhas.

 

Vale dizer também que esse jogo entre “presente” e “passado” dá um nó na mente. Ter que lembrar toda hora que tudo transcorre normalmente, com ou sem Stilinski, é dor e sofrimento. Ao contrário da semana passada, nesta deu para sentir demais a ausência do garoto.

 

As dúvidas que ficaram: o debate sobre o metal e o quanto influencia nos Ghost Riders e no lobinho nazista; Lydia e essas visões que se referem a um trem; E como Gwen se recordava da irmã. Coisinhas nas entrelinhas que espero que sirvam de alguma coisa no futuro.

Stefs
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