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04/maio

Honestamente, achei que as coisas esquentariam nesse episódio de Pretty Little Liars e me sinto cada vez mais enganada. Quando centralizaram Hanna e o tabuleiro, apenas disse: só vem. E não veio. Estamos na 3ª semana que, apesar de ter seguido com um entretenimento na média (isso se você não carregar mais expectativa de milagres como eu), não houve revelações. Os roteiristas estão inserindo personagens que só a Deusa sabe o motivo porque duvido muito que essa penca de gente esteja envolvida no mesmo jogo. O importante é que, pelo menos, estão focando em um avulso de cada e dessa vez foi Sydney que morreu lá na festa de Ali, reapareceu para nada e assim ficou.

 

E mesmo assim a presença de Sydney não instigou. Só alimentou uma ideia que um monte de fãs de Pretty Little Liars já tinham sobre a visão de Jenna. Do meu ponto de vista, ela nunca foi inteiramente cega. Aquele tiro dado no 7×10, e que acertou certinho Spencer, me fez rir porque é humanamente impossível. A não ser que a moça seja mutante, outra coisa que nem duvido porque a personagem tem a habilidade de decifrar pessoas pela respiração. Me poupem!

 

Além da visão de Jenna, Sydney serviu para implantar o A.D. na trama, o que também rendeu em vários nada. Nesse rebuliço, só resta destacar a movimentação de Aria e de Emily. Especialmente de Aria que resolveu mexer nas teorias que a colocam como parte desse esquema. Não foi difícil se empolgar, como nos velhos tempos, diante do comportamento dessa Liar. Afinal, para absorver os macetes de Caleb, em menos de 24 horas, só quem é apaixonado e tem experiência na área ou tem memória fotográfica ou passou pelo treinamento intensivo de stalker by A. Montgomery querendo “feder” a uma hora dessas, confesso, gosto muito. Fora disso, a jovem mostrou disposição (muita disposição), tirou Fields do ostracismo e agiu com sangue nos olhos. Pra quê a história Ezria?

 

A perseguição de Aria e de Emily para cima de Sydney trouxe um parco conflito e uma parca tensão ao episódio. A interação corrida, e que garantiu certa ação no roteiro, mostrou que, além de tentar inserir a fórmula de SMS fora do tabuleiro, agora chegou a vez de relembrar o poder da série em indicar (de novo) que nada é de propósito. Esses avulsos não são aleatórios, ainda mais quando temos o peso de Lucas logo na vez de Hanna em jogar o tabuleiro. Tudo bem que ele estava diretamente conectado ao assunto fashion desde o início da temporada, mas que cômodo reaparecer agora. Quando nunca mais se ouviu falar dele, nem muito menos de investidores.

 

Resenha Pretty Little Liars - Hanna

 

Hanna tinha tudo para fazer o episódio crescer. Além de Spencer, essa personagem conquistou bastante atenção ao longo dessa temporada. Foi demonstrado uma certa preferência de A.D. por essa Liar, que terminou por ficar em cativeiro e ser torturada. A birra existe e foi sentida na S7A. Uma emoção que se intensificou essa semana com a boneca na soleira do loft. Pena que o conflito que ela poderia render morreu antes mesmo de conseguir capturar completamente a atenção. Antes de gerar alguma coisa pertinente na trama – o que deveria ter ocorrido.

 

Esperei ansiosamente que Hanna aparecesse com o vestido horrível na reunião, sofresse deboche, mas a escolha por Caleb foi tão fácil quanto o começo desse giro. Só restou chateação.

 

Assim, me pergunto se haverá cobrança. Hannna quebrou a brincadeira e perdeu uma peça do quebra-cabeça. Sem contar que esse papo de ainda preferir o namorado a carreira… A.D. gosta disso bastante. Ou nunca teria tentado sabotar os relacionamentos das meninas. Desde a era A.

 

Teria sido maravilhoso vê-la combater A.D.. Inserir Caleb para desviar a atenção foi uma resolução muito meia-boca. Hanna deveria ter sido arremessada no jogo e ter defendido sua carreira. Os roteiristas não deveriam ter anulado essa chance, fatos reais. Era fácil ver que a Liar até cumpriria parte do desafio, mas algo estalaria. E esse algo justificaria melhor a perda da peça do quebra-cabeça. Agora, usar do namorado, que ficou o episódio todo fazendo faxina no tabuleiro, péssimo!

 

Gastaram a energia da Liar à toa sendo que havia potencial. Agora, resta esperar a vez de Aria, a última esperança. Se ela for escolhida (só acredito vendo), porque está aí uma criança com plot extra que está ocupando um espaço desnecessário na trama. Quem se importa com Nicole em meio a uma temporada final? Alguém avisa para cortar essas cenas?

 

E pra que inseri-la no apartamento Ezria? Eu não posso mais com essa storyline fracassada.

 

Se é para dizer que teve algo que valeu a pena acompanhar, esse algo foi a leveza de Spencer. Totalmente fora do peso Veronica vs. Mary, embora a Liar ainda mantenha a busca pela mãe biológica. Marco foi super duper com a garota, contribuindo para essa sutileza e deu até um conselho joinha. Não sei como me sinto sobre os dois, sei que a chance de terminarem juntos são zero, mas se há algo que sempre aprovei em PLL foi garotos fora da bolha A. Alguns realmente fizeram bem para essas meninas. Até Caleb quando estava todo cego na noite. Saudade!

 

Resenha Pretty Little Liars - Toby e Yvonne

 

Juro que acreditei no poder de Toby e de Yvonne e fiquei passada com a trollagem – que era um tanto esperada, mas… Sério, deixassem a menina em coma se o intento era esse. Cavanaugh arrebentado no chão, se espatifando nos braços de Spencer, que cena, amigos!

 

Mas sigo firme achando o quanto seria absurdo de irreal todas as Liars terminar com seus namorados da época de escola. Não tem o menor cabimento as quatro serem, ironicamente, felizes com os mesmos pares. Aria com aquele comentário de que se Haleb encontrou o caminho de volta, Ezria também vai, me deixou de testa quente. Aqui, resta culpar a parte do fandom que respira só shipper. Sim, vocês tem culpa nessa possível irrealidade.

 

Concluindo

 

Resenha Pretty Little Liars - dedo

 

Apesar do fator positivo quanto ao caminhar das Liars em rotinas banais, ao mesmo tempo em que tentam superar problemas ou seguirem suas carreiras, o mistério deveria ser o pertinente. A ideia de que isso começará a se desenvolver só no 7×15 começa a ser mais forte. Ninguém merece!

 

O episódio também foi “bom” para eliminar quem não pertence ao cerne de Pretty Little Liars. No caso, Yvonne e já estou aqui aguardando a morte de Marco. Afinal, policial masculino sempre morre nessa série – cadê você Tanner?.

 

Acho que essa foi a resenha mais rápida de Pretty Little Liars que escrevi porque realmente não tem muito o que comentar. O tabuleiro apontado pra Hanna até conseguiu gerar certa tensão de início. Não tem como achar essas bonequinhas de A ou de A.D. adoráveis. Sem contar que remete ao sequestro de Marin e foi impossível não ficar bolada. Depois, ficou algo meio cômico ao ponto de Caleb tomar um peidinho de fumaça na cara. Não estou aqui pra isso, né?

 

Pelo menos, esse episódio refletiu no que eu disse há duas semanas: A.D. quer estabanar as vidas frágeis das Liars logo na fase que elas querem recuperar o tempo perdido e os projetos pessoais. Ótimo esse foco, mas cadê o terror? Cadê as respostas? Pela promo, a resposta de quem matou a Mrs. D. vem aí, mas é aquele ditado: só acredito vendo.

 

Mas de quem é aquele dedo? Penso que é de Rollins já que Hanna falhou na tarefa. Parece que semana que vem será, literalmente, de arrancar cadáveres debaixo da terra. Oremos!

Stefs
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