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09/jul

Se eu pudesse me expressar em um gif, assim o faria e ainda seria pouco depois da pancadaria emocional de mais um season finale de Doctor Who. Parece que foi ontem que comecei as resenhas da série junto com o ingresso do Capaldi nesse universo e me sinto órfã antes da hora. Digo antes porque ninguém sabe como se desdobrará o especial de Natal e quero ser trouxa em acreditar que a saideira do ator nada mais é que jogadinha para trollar geral.

 

Como imagino que não seja uma estratégia, posso afirmar com 100% de propriedade que agora sei o que é perder um Time Lord favorito tendo em vista a versão moderna dessa seriezinha. Sempre tive um tanto de afinidade com o 11º porque ele foi meu primeiro Doutor e mexeu comigo várias e várias vezes. Contudo, o impacto veio com o 12º, o Time Lord que me escolheu e que agora me fez patinar para escrever essa resenha. Estou sem palavras. Até porque esse senhor me roubou todas.

 

Novamente, Doctor Who emendou um episódio no outro e já afirmei várias vezes que esse é meu formato favorito. Dá-se o início da história, com direito à introdução seguida de aprofundamento, que se prolonga e que culmina em uma conclusão possivelmente de tirar o fôlego. Esse caso foi de tirar o fôlego. Depois da trilogia dos Monges, ganhamos um duo agridoce e que contou com a primeira leva de adeus ao 12º. Sim, ainda mantenho a perspectiva do especial de Natal!

 

No episódio anterior, estudamos a nave e o hospital, locais que deixaram de importar dessa vez. Passada essa parte do drama, o foco centralizou na Operação Exodus e nos upgrades acelerados dos Cybermen. Os vilões chegaram ao pico de atualização graças a mais uma artimanha desavisada do Time Lord, o que assentou um clima de guerra. Clima em que as maiores vítimas no fim do dia são as crianças. Como sempre acontece, independente do arco histórico do qual vivemos.

 

Contudo, a guerra não se tornou o coração da história. Nem as crianças. Lá no miolo do roteiro, a questão maior era sobre regenerar e se aceitar. Ainda sim, o season finale mexeu com quaisquer estribeiras porque se apoiou unicamente em drama. Como no início em que fiquei agoniada com as agressões contra o 12º. Ao contrário do que ocorreu ao longo dessa temporada, Moffat não quis uma ponte, mas uma diretiva. O showrunner regou novas ilusões, o que acarretou a impressão de que a trama ficaria mais pesada e incongruente. Isso, considerando o hospital do episódio anterior.

 

Resenha Doctor Who - grupo

 

Mestre, Missy e o 12º serviram de palco para se discutir papéis, um reencontro deixado nas reticências no episódio anterior que foi finalizado surpreendentemente rápido. Assim, se abriu espaço para a treta maior, uma treta interior. A camada final mais difícil, mais estreita, dessa trajetória que custou muito dos personagens em cena. Para enriquecer esse norte, a crueldade verbal dos vilões se fez presente e contribuiu para o rebuliço emocional – como acreditar que Nardole deixara o Doctor na mão. Soma de fatores eficiente e que entregou de cara que a continuação dessa história não seria fácil e não foi. Não quando vemos o Time Lord como refém de seus amigos-inimigos e Bill-Cyberwoman desolada por ter realmente sofrido um upgrade.

 

O roteiro seguiu assentando o tom fúnebre diante de uma sociedade devastada. A começar pelos doentes pendurados como espantalhos e que caçavam as crianças, os humanos frágeis. Versões cruas que também queriam roubar a inocência, especialmente a dos sentimentos – o papo que seguiu firme nesse roteiro. Uma inocência que exigiu muito de Bill como Cyberwoman, cuja presença discutiu em sutis pinceladas a questão de aceitar o interior da pessoa e não o exterior.

 

(E vou chamar de Cyberwoman sim!)

 

O tom de deboche dos vilões-não-vilões-ou-vilões trouxeram aquele alívio cômico em meio à dramática – mas não menos desconfortável. Ambos deram chances de respirar diante de tanta negatividade, de tanto peso, de tanta reflexão sobre a existência. Em contrapartida, o Time Lord cobriu as risadinhas com discursos. Ritmo que moveu todo o norte de trama, com sequência de diálogos fortíssimos. Destaco a conversa desse senhor com Bill, um troca-troca que entregou o objetivo do finale. A questão de se encarar verdadeiramente e de reconhecer seu propósito. De reconhecer a si mesmo e batalhar por quem se é. A companion recusou a sua nova faceta e continuou recusando até se libertar. O mesmo o 12º que sabia muito bem aonde estava, que papel representaria, ao ponto de não querer regenerar.

 

A cena do espelho partiu o coração, mas nada se comparado à dita verdade de que Bill seria daquele jeito para sempre e todo sempre. Nada se comparado ao medo que sua presença acarretou na fazenda e do bullying impiedoso do Mestre. Fiquei arrasada!

 

Lutar por si mesmo foi um dos mottos dessa temporada de Doctor Who. Algo que caiu inúmeras vezes nas mãos de Bill, pois a personagem passou por todos os altos e baixos de ser uma companheira. A jovem precisou perder a ingenuidade e dissolver a mencionada romantização de um senhor que mostrou que não é imbatível. Mesmo alienígena, o Time Lord se provou de novo mais humano do que nunca e Potts encarou drasticamente isso em clima de guerra. Em que todas as apostas são altíssimas e a grande maioria é irresponsável. Como se autoexplodir.

 

No drama e na piada, Pearl se provou uma atriz exemplar, algo que me faz lembrar de Jenna. Ambas foram levadas ao limite de suas atuações porque Capaldi é um monstro. Influências, meu povo. Em 12 episódios, essa mulher segurou todas as marimbas, real e oficial, e esse season finale foi sua maestria. Uma maestria que também estava inclusa nesse roteiro – e na temporada toda. Moffat dividiu muito bem cada temática para justamente chegar no maior debate de todos. Ele quis entregar não só esse capítulo, mas seu último ano todo em cima de debates tangíveis. Dentro de vários sub-temas, o produtor apertou botões e exigiu demais de seus atores.

 

Particularmente, essa foi a melhor temporada da Era 12º. Acertaram um pouco a mão em fins da S9 e agora o tom combinou com o ator. Agora, tudo acabará. Como faz?

 

Resenha Doctor Who - Missy e Master

 

Bill transitando entre sua versão humana e sua versão Cyberwoman rendeu um dos melhores momentos desse finale. Os vislumbres entre suas duas facetas me deixaram estarrecida. Do jeito mais difícil, Potts teve que se reencontrar e foi lindíssimo vê-la fiel a si. Até quando tudo se inclinou para uma entrega ao que a tornaria para sempre desumana. Um sentimento que também perpetuou o episódio do ponto de vista do 12º vs. Missy. Independente da personagem vacilar em seu caráter confuso, foi impossível não se emocionar com as singelas trocas entre esses dois viajantes do tempo e do espaço.

 

A singularidade desse episódio em determinados instantes fez tudo ainda mais especial. Todo livre de pirotecnia porque o foco se manteve em decepções e em expectativas de como vemos o mundo e as pessoas. O Time Lord trabalhou em pequenos frames na desconstrução de Missy e, pelo visto, quase deu certo. Por um lado, gostei dessa indefinição. Dessa ausência de confirmação de confiança mútua. Sou muito fã de vilões indesculpáveis, como o próprio Mestre, e nem sempre ser bonzinho cai bem na ficção. E o próprio Mestre batalhou para que esse lado malévolo não se dissipasse.

 

O Mestre estava ali para ser o grilo falante do mal para sua versão atual. O que também deu aparentemente certo. Embora não acompanhássemos cada sessão de terapia de Missy, o roteiro deixou palatável a impressão de que ocorrera sim uma mudança. Sutil, mas houve. Detalhe que combateu todo esse “projeto” do 12º. Criador vs. criatura, Mestre vs. Missy. O conflito entre dois seres ditos iguais, que chegaram ao ponto de se apunhalar pelas costas, foi outra representação de briga interior. A busca por uma dita melhor versão de si e aqui, aparentemente, nenhuma venceu.

 

Missy protelou várias vezes sobre a chance de assumir um bom caráter, o que segurou as poucas ligas de intriga do episódio. Ela ponderava demais e cada toque com quem chamou de amigo era uma abertura a mais para se provar diferente. Diante daquele discurso maravilhoso sobre ser bom e fazer o que é certo porque é o certo a se fazer, ambos trouxeram mais lágrimas aos meus olhos. O fracasso do Doctor foi sentido em brasa em seus dois corações e isso muito se traduziu no quanto é mais fácil tirar o seu da reta em vez de lutar pelo que acredita. Alá a questão do propósito.

 

Uma questão que o 12º bateu a tecla várias e várias vezes ao longo de seu arco em Doctor Who. Essa versão entrou em cena desconfortável e se indagou os motivos de ter tal rosto. Inclusive, se era um alienígena do mal. Enquanto o 11º trouxe o segredo de um nome, seu sucessor veio com discussões mais políticas e mais centradas em seu caráter. Dois vieses de conversa que se entremearam ao longo dessa temporada para culminar nessa finalização que fechou o ciclo perfeitamente. Não tem o que tirar e nem pôr. Capaldi é um ator forte de narrativa, de teatralidade. Engaja sem delongas, ato que está muito em sua expressão facial.

 

Capaldi transmite emoções com apenas um olhar e é impossível não se entregar. Mesmo quando o episódio era fraquíssimo. De forma geral, esse season finale foi de puro texto e de holofote, com um rigor que deu ao Time Lord uma conclusão lindíssima. A lealdade na proposta.

 

No redemoinho emocional, os Cybermen deixaram de ser importantes. A gangue, e isso inclui Nardole, teve que revisar em qual pessoa se tornaram e o que planejavam fazer com tal descoberta. Quatro pessoas se recusaram a ficar em suas zonas de conforto e se botaram à frente para proteger sua integridade (que pode ser recente como as atitudes de Missy). Cada um teve que redescobrir o quanto há poder na força interior. A humanidade sempre sofrerá uma sequência de upgrades, como bem insinuou o finale, e quem somos e como agimos sempre fará uma tremenda diferença.

 

Os homens de lata estavam apenas ali como a soma das politicagens, das tretas, especialmente do erro da humanidade em repetir capítulos históricos e nada benéficos. Feliz ou infelizmente, vivemos em ondas. Hoje, temos opressores esmagando uma Era que rendeu certa prosperidade.

 

Essa temporada mostrou a violência. A segregação. O preconceito. Até o machismo da parte do Mestre. Pequenos painéis do que existe no convívio diário e que se traduziram no impacto do upgrade social, pessoal e interpessoal. O erro do passado sempre encontra seu jeito de se repetir. O mesmo vale para o medo que dá um jeito de nos engolfar e de naufragar as pontas mais fracas. Esse mundo, criado dentro de uma nave, foi a representação do adeus da saga do 12º regada de uma verdade: aonde você se mantém é aonde você cairá. Aonde você quer cair? Na tirania? Na justiça?

 

O Mestre foi aquele mala que a gente ama odiar, mas só na ficção. Ele é a maldade puríssima. A representação do tipo de crueldade e de pensamento estreito que retorna e assola a humanidade. No background, havia Missy, a consciência afundada em trevas. E todo mundo ali estava tendo um tipo de consciência. Tudo não passou de um teste de humanidade e o baque disso é indescritível.

 

Mas nada mais indescritível que a relutância do 12º em regenerar. Depois de 3 anos tentando se acomodar a essa faceta, lá se vai ele tendo que mudar. O rastejar do Time Lord nesse episódio rendeu várias cenas fortes e desconcentrantes. Desde o teaser dado na semana passada, que criou uma ponte curiosíssima para o especial de Natal, e para quem será o substituto do Capaldi.

 

Se eu pudesse resumir a meta de Moffat nessa temporada, seria lição de casa sobre o que ocorre atualmente. Além disso, o quanto quem somos gera impacto sim, mesmo que inconscientemente. Do meu ponto de vista, a tarefa foi dada e assimilada com extremo sucesso. Como desapegar agora?

 

Uma história

 

Resenha Doctor Who - 12º

 

Além de estar triste com o fato de que perderei o que todo whovian reconhece como “meu primeiro Doctor”, aquele que chamei de spirit animal no momento em que espiei a relutância por abraços e a impaciência para quem está começando, vale dizer que essa versão conversou comigo em curto espaço de tempo. Nunca pensei que isso seria um tanto fácil, pois me reconheço como a apegada pelo 11º que você respeita. Mas o amor transitou no anúncio do Capaldi e senti que finalmente teria um Time Lord para chamar de meu. Então… Não estava errada.

 

A premissa geral de Doctor Who ajudou várias pessoas de maneiras diferentes e o mesmo vale para as versões do Time Lord. O mesmo vale para mim. O 12º me ajudou em vários apuros emocionais, algo que o 11º também fez. Porém, o discrepante aqui é que o Doctor de Capaldi me saiu como um safanão semanal. Ele pregou essa luta por si mesmo como uma bíblia e eu a abracei. A energia com que o personagem falava das coisas, como poesias, me deixava totalmente arrebatada.

 

Foram muitos momentos fortes que o 12º acarretou em mim e esse finale representou o ápice dessa mensagem de luta. Uma luta por quem somos e por quem queremos ser. Treta que encontrou seu estouro diante da recusa de regeneração, o que me fez lembrar da minha saga nada feliz em fins do ano passado. Um período em que acreditei que tudo estava perdido. Um tempo que acreditei que tinha perdido minha capacidade de chorar. Em três meses, acreditei que não havia mais esperança para mim. Curto espaço de tempo, mas me pareceu os 10 anos roubados de Bill.

 

Fiquei meses internalizando, como disse Missy ao 12º refém, algo que normalmente faço. Porém, estourei o limite. Tornei-me um vulcão com risco de erupção constante. Eu era o Time Lord na cadeira de rodas à espera de uma mudança na minha storyline. Eu segurei cada pico emotivo com todas as forças para me manter inexpressiva e, pouco a pouco, me tornei minha pior inimiga. Inclusive, a pior versão de mim. Internalizando, não lutava, mas desistia. No meio da guerra dos Cybermen, o Time Lord não se segurou e se entregou, até mesmo quando seu corpo já pedia arrego.

 

O que ocorreu comigo foi um processo reverso em que as dores não eram compensadoras. Em outras palavras, eu precisava regenerar. Contudo, a vida avisou que eu precisava aprender com toda aquela experiência antes ou apenas repetiria a mesma versão de mim no futuro.

 

O que vi no 12º nesse season finale foi um pouco das minhas dificuldades nos meses em que me afundei e que me deixei esquecer. Eu internalizei para não sentir e, com isso, minguei aos poucos. Contudo, eu sabia que precisava regenerar, que precisava de um upgrade, um tipo de mudança que me impediria de ser o Cyberman. Eu queria ser a Time Lady. Empoderada e indesculpável.

 

Com a quebra da lataria, como ocorreu com Bill e que se provou a vitória sobre quem queremos ser no final de uma batalha, chorei muito. Eu precisava regenerar urgentemente, um processo reverso à proposta desse finale, e senti o impacto da recusa do 12º – só que no caso dele havia muito mais aceitação interior. Eu precisava trocar a carcaça para sair do lado negro e migrar para o lado iluminado. Rumo àquela minha versão que acredita que a partir do momento em que você se impõe, você acarreta coisas maravilhosas. E é entre essas coisas maravilhosas que qualquer pessoa que tem reconhecimento de si sabe que quer cair. E que cairá com orgulho. Como o Time Lord.

 

Lágrimas são sim fontes de esperança, embora também sejam uma expressão do que dói. Mas lágrimas também sinalizam que nem tudo está perdido. Que não internalizamos mais e que queremos liberdade. É uma indicação de que ainda há luta dentro de nós, especialmente sobre o que acreditamos. Isso até calha no que comentei na semana passada quanto ao meu medo de que o 12º regenerasse pelo motivo errado. Não foi o caso (ainda) e ele se mostrou consciente disso.

 

Mas não seria confortável deixar de mudar? Penso que depende do ponto de vista. Afinal, precisamos evoluir e esse evoluir me remete bastante a amadurecimento. Uma forma sutil de mudança que se associa a quem somos no interior. Esse season finale foi sobre isso, embora, no caso de Bill, com certeza havia muita história para ser contada. Afinal, essa foi a primeira experiência dela como companheira de um alienígena – apesar que foi ótimo vê-la saltar para fora da TARDIS.

 

Eu precisava sair do nocivo e aí voltemos ao 10×06. O episódio que rolou outro marco (que inclusive foi o pontapé da saga dos Monges): você não precisa ser real para ser o Doctor, contanto que nunca desista. E não houve desistência. De forma alguma. Alá uma coisa amarrando na outra.

 

Enquanto o 11º tinha a habilidade de me fazer chorar, o 12º me deixou ligada em todos seus conselhos. Em todas suas indiretas. O que vi nesses 3 arcos foi uma repreensão do bem. Aquela bronca saudável. Uma versão direta, seca e sem delongas que calhou certinho em reencontrar uma de suas fontes inspiradoras: o 1º Doctor. Agora, pensando, eu precisava dessa fase Doctor Who sem meias palavras. Queria algo direto, que me sacudisse por completo e essa temporada me deu isso.

 

Algo que me faz lembrar do medo que tive de assistir ao especial de Natal e de navegar em mais um ano de Doctor Who. Essa série sempre me engatilhou reflexões e emoções fortes. Porém, a diferença vinha do meu medo de parar de internalizar e sentir o que estava com medo de sentir.

 

Por estar ruim internamente, essa saga do Capaldi caiu como uma luva. O fim foi surpreendente e me deixou sem chão. Posso afirmar que a bagagem de conselhos foi atualizada com sucesso e não sei o que será de mim diante do possível adeus oficial. Ainda não senti o impacto da dita perda.

 

Assim, seguirei em negação.

 

Concluindo

 

Resenha Doctor Who - First Doctor

 

Esse é aquele episódio que não precisou de mais nada. Venceu na narrativa. Inclusive, nos vislumbres.

 

Doctor Who é a série que, inexplicavelmente, sempre tem algo a me dizer no momento certo e dessa vez não foi diferente. Chego passada em curtir mais uma experiência que me fez compreender que eu posso regenerar. Que eu posso sempre trocar a carcaça. Ao longo dos episódios, senti que regenerei parte de mim também – embora tenha iniciado esse processo antes da temporada começar. Esse ano foi verdadeiro, pontual, consciente e consistente o que rendeu em um finale primoroso. Como toda a temporada, diga-se de passagem, e chego aqui com grande satisfação.

 

Não sei se ainda é cedo para dar adeus ao Capaldi, pois acredito no especial de Natal. Todo caso, registro aqui meu muito obrigada por essa trajetória e por ter me dado uma versão de Time Lord para amar e para proteger. No fim, o que aprendemos (ou reaprendemos) é que o importante é sempre escolher pela verdade e pela integridade. Infelizmente, sempre custa um tanto caro ser o bom enquanto os maus vencem, mas, enquanto houver lágrimas, há esperança. Nem que seja diminuta. Afinal, se o ciclo de esperança se interromper, seremos Cybermen/Cyberwomen.

 

Man, que temporada mais fantástica, né? Nem acredito que acabou! Obrigada pela companhia em mais um ano de Doctor Who. E perdoem a demora por essa resenha, mas comecei em um job novo (aê!) e estou em fase de adaptação.

Stefs
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