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14/ago

Primeiramente: peço mil perdões pela demora secular em postar essa resenha – que será uma resenha duo devido ao atraso. Dessa vez, a culpa é da minha rotina que está um tanto maluca, pois arrumei um novo job (yay!) e tento descobrir como fazer o site funcionar junto com a vida de proletária. O horário é, por enquanto, o grande problema porque dá a impressão de que não dá para fazer mais nada além de botar um pijama e dormir. Segundamente: o importante é que Teen Wolf retornou e não poderia estar mais feliz – apesar da série lançar seu arco final.

 

Resumindo o texto: dividi por episódios e uma conclusão geral.

 

Teen Wolf (6×11) – Said the Spider to the Fly

 

A trama do 6×11 abriu em seu maior palco, o campo de lacrosse. A partir daí, cenários que representam o coração de Teen Wolf se amarraram ao tema mudança. Scott e seu bando estavam perto de partir e Liam e Cia. foram centralizados como únicos indicativos de que Beacon Hills ainda tem suas “anormalidades”. Em suma, não dá para mudar sem se livrar dessas “anormalidades” e, por isso, especialmente pela escola seguir como cerne de tudo, foi sensato dar atenção à turma que permanecerá. Assim como foi feito na primeira parte dessa temporada, lá estava o grupo mais novo pesquisando, analisando, sem depender daqueles que supostamente vazariam da cidade no fim do dia. Um foco que liberou várias iscas que serão trabalhadas no futuro. E já sinto receio.

 

Além do tema mudança, o retorno de Teen Wolf foi marcado com várias doses de nostalgia. Ato que fortaleceu ainda mais a verdade de que não teremos a companhia dessa série daqui 8 episódios (embora exista os boatos de reboot). Apesar da negação, a turma mais velha de Beacon Hills se prestou ao trabalho de sinalizar que essa jornada se aproxima cada vez mais do fim e a premiere assentou tal sensação ao apostar em uma das mágicas (ou quase) constantemente aplicadas em séries adolescentes: o ingressar para a faculdade. Fato que sempre digo que pode dar muito certo ou muito errado, mas Davis e Cia. usaram do tempo a seu favor. Inclusive, da inteligência de criar um chove e não molha entre os protagonistas enquanto apenas um deles curte essa nova aventura.

 

No caso, Stiles. Salto pertinente visto o que ocorreu com Dylan antes do início das gravações da S6. De certa forma, alimentaram esse gosto de dar um pontapé rumo à vida jovem adulta, mas ter vivido entre o sobrenatural e tê-lo testemunhado trouxe a lição de que não há folga. Lydia relembrou bem disso.

 

A nova visão da Banshee entregou o conflito que já sabíamos: o retorno da facção de caçadores codinome Argent. Ao menos, pelas promos. Porém, o suspense de como tudo se desenrolará deixou aquela agonia de leve e que conquistou mais força com a inserção da orientadora. Mulher que mostrou certa inclinação para esse tipo de trabalho por meio de perguntinhas cheias de segundas intenções direcionadas logo para quem não é sobrenatural. Ato que colaborou para o novo tipo de intenção da trama da S6B e só resta temer porque tudo agora depende de desenvolvimento.

 

E, pelo tempo curto, é possível esperar um fracasso daqueles no referente quesito.

 

Em contrapartida, a aposta no seguro nesses dois episódios não me impediu de encontrar pontos a resmungar. A começar pela facilidade com que os personagens estão se revelando para assim serem caçados. Sem contar que essa pauta de medo me parece questão de fé. Algo como a Inquisição de Beacon Hills, uma lógica nada ruim, mas, por enquanto, segue fraca porque só deram foco em Liam e Cia..

 

Assim, apesar de gostar da atenção no bando de Liam, Teen Wolf é do bando de Scott. Ainda mais quando rumamos para o fim da série. É a turma mais velha que conhece os Argent melhor do que ninguém nas redondezas atualmente e que precisa estar no centro nesses últimos episódios. Confesso que vê-los no background nessa dobradinha de capítulos torceu meu nariz. Eles precisam trabalhar!

 

Resenha Teen Wolf - Argent

 

Ao contrário de grandes livros de histórias que se tornam a própria trama, passeios em outros países, transformação de serumaninhos em seres sobrenaturais, Teen Wolf deixou claríssimo que quer entregar uma finalização à moda antiga. Além do farejar ao redor da mitologia dos Argent, muito desse saudosismo se expressou em cenas curtas, porém, especiais entre essa turma. A ideia inicial partiu de refortalecer os laços de quem sobrou e que, provavelmente, não sobreviverá depois da treta acarretada pela Wild Hunt. E digo isso porque espero que aniquilem alguém do main cast, mas acho impossível devido aos retornos nessa S6B.

 

Independente, não custa nada celebrar quem ficou. Destaco o bonding entre Liam e Scott, Lydia com a mãe, Liam tristíssimo com a saideira de McCall e com saudade de Hayden. Houve Malia que, de novo, se aproximou um tanto mais do realismo adolescente ao impor a necessidade de abandonar Beacon Hills para ter uma vida comum. Viés que fortaleceu a partida de Stiles que aconselhou todo mundo a vazar, sem olhar para trás. De um viés mais positivo, a premiere veio focada em relembrar tais laços de amizade enquanto o conflito ficou apenas de som de fundo.

 

Um som de fundo que não significou a folga do sobrenatural que esse episódio tentou pregar. Os ânimos dessa turma entraram em detrimento ao (ainda) sutil conflito e ficaram à flor da pele. O que deu aval a um roteiro extremamente pontual. Passou depressa, sem tanta informação a se agarrar, mas deu o suficiente. Uma escalada entre drama e atrito que segue me motivando a dar várias estrelinhas pelo foco e pelo timing que Teen Wolf adorava se atropelar. Antes tarde do que nunca, aprenderam a ter compasso, a contar o plot central pouco a pouco, algo que comento sempre que tenho chance. E o medo de se estabanarem nesse arco de encerramento?

 

O que me preocupa depois de dois episódios é que, além da finalização da série, não há muito a dizer sobre os Argent. Muito me encuca como preencherão os próximos capítulos dessa jornada, fatos reais. Para somar ainda mais ao vácuo que essa finalização de ano pode se tornar, estamos calejados desses personagens e tiraram um ser da Eichen House para acarretar um novo movimento. Uma cartada nada nova devido à existência de Parrish e de sua linha sobrenatural. O bom é que deram uma disfarçada ao mencionar do Nemeton e da sua consequência. Mais nostalgia em vez de trama intricada. A essa altura, nem adianta dar muito pitaco.

 

Embora seja uma rodada final que aparenta ser promissora, e digo isso especialmente porque sou fã dos Argent, rola aquele medo de tudo não passar de uma encheção de linguiça. De pagar com nostalgia, já que o retorno às raízes está muitíssimo presente. Depois da decepção de The Vampire Diaries e de Pretty Little Liars, minha defensiva com finalizações de séries teen está no teto. Ficarei frustrada se a resolução ficar dividida entre o penúltimo e o último episódio. E, claro, se não desenvolverem esse atrito que, me perdoem, surgiu do nada apesar de ser lógico.

 

Resenha Teen Wolf - Hellhound

 

O 6×11 tentou pregar que esse será o melhor ano de todos e sabemos que não será (e nem me refiro à qualidade da S6B, mas pode caber futuramente). Ao menos, no âmbito mudanças para os personagens. Lydia fez questão de estragar o clima e a reflexão que ficou no decorrer da premonição é que tipo de consequência será paga após a Wild Hunt. Honestamente, o encerramento da S6A foi bem orgânica, sem tanto furo, e tentar resgatar o plot do Nemeton e o que ele acarretou/ensinou é quase uma tentativa de atirar no próprio pé. Não penso em inovação nessa parte da temporada, mas, ao menos, uma dose de criatividade. Seria muito bom!

 

A mencionada consequência se saiu como a única intriga da S6B. Nem sei se posso chamar de intriga porque as promos entregaram muito do que veremos adiante. O novo Hellhound me parece, a princípio, isca para preencher buraco. Sua liberação da Eichen House ficou muito sem propósito, a não ser sinalizar a presença dos Argent. Nada mais foi debatido no 6×12 sobre esse novato, a não ser fortalecer o papel da orientadora. Ainda sim, segue não muito convincente. Teen Wolf demorou um tanto para aprender a amarrar sua história, a saber a quem dar prioridade, e sinto de levinho que isso pode se perder. Já me vejo completamente estressada.

 

No fim, essa do Nemeton respaldou as futuras participações e confesso que mal posso esperar. Todo mundo tem que pagar a consequência de ser quem se transformou, independente de quem fez. Essa é a missa, que ficou mais ou menos esclarecida no 6×12. Você não merece tal poder e tem que ser aniquilado por isso… Um ciclo de oração que apenas remete à frustração de Gerard Argent em ser um mero humano.

 

O lado bom da premiere, além da nostalgia, foi ter mostrado a independência que os dois bandos adquiriram com o passar do tempo. Apesar do drama leve, foi um baita sinal de desapego. Foi muito bom para pregar o fim do ensino médio e o reinício de um molde de trama que apontou para a S1. Lobos mortos. Derek sendo procurado (Stiles impagável), consequências sobrenaturais. Do não é nosso problema, o 6×11 deixou claro que há problema. Algo mais além dos Argent?

 

Teen Wolf (6×12) – Raw Talent

 

Resgatando o que disse ali em cima, esse episódio seguiu o norte de ensino médio típico de Teen Wolf. Liam e Cia. foram o compasso de um molde de trama que segue apontando para a S1. Como no passado, um Argent finalmente ganhou rosto (não foi surpresa) e toda aquela sensação de que nada novo será contado nessa S6B me abateu em cheio. Será que dependerão só da chacina de personagens que não são humanos? Visto o ocorrido com Theo e Brett, não duvido nada, o que soma um pouco mais do meu ceticismo de um fim satisfatório para essa série. Afinal, chances baixas de aprofundamento – pensando no trabalho feito por Jeff e Cia. até aqui.

 

O 6×12 firmou a mitologia dos Argent, um ponto que nunca pareceu ter saído de Teen Wolf. Nem mesmo quando perdemos Allison e nem nas participações esporádicas de Chris. Como já disse nessa resenha, não é uma storyline nova. Porém, ela pode encontrar seu diferencial no objetivo em forma de Gerard. O cara que, provavelmente, quer sua vingança no arquétipo juvenil: se não sou sobrenatural, ninguém pode ser. Um norte de pensamento que se aplica a muitas outras coisas que ocorreram nesse episódio, como a súbita intriga de caçar o sobrenatural fugindo do modo de operação dessa família. Afinal, não era um novato.

 

Essa caça é um assunto que considero deveras interessante e relevante a essa altura da série. É empolgante e fico chateada que não terão tempo para desenvolver esse novo ponto de vista. Se pensarmos bem, a clandestinidade de Scott e Cia. seguiu surreal depois da S3. É como se fosse comum ser lobito e etc. em Beacon Hills e não é. Faltou conflito com a turma dos humanos, pois nem todos são Stiles e Mason.

 

Vamos lembrar da promessa de Araya em caçar Scott caso transformasse alguém, uma cobrança que nunca veio e que seguiu como se nunca tivesse rolado. Um exemplo de que a rotina de conflitos manteve a dita normalidade. Além disso, o padrão de consequência em matar personagem dentro do próprio grupo. Contrastes e tanto se pensarmos nas séries de vampiros da vida. Desse ponto de vista, enxergamos o grande ponto fraco de Teen Wolf. Algo um tanto impossível de encarar porque todo mundo trabalha junto e os inimigos ou eram da turma ou de outro canto do mundo. Nos acostumamos e tudo bem. Sem julgamentos.

 

Sem contar que lobisomens não fazem a manutenção do lado humano a não ser o seu próprio enquanto vampiros têm outras artimanhas defensivas como a hipnose. De quebra, lobitos se misturam melhor entre humanos porque não são defuntos. Embora tenham trabalhado a humanidade de cada um em meio à transformação, se “esqueceram” dos fatores externos que poderiam dar mais intensidade a essa série. Mas tudo bem também. Melhor saber o que fazer com o que se tem a expandir e se perder no processo.

 

Resenha Teen Wolf - Chris

 

Indo mais a fundo nos probleminhas dessa série, as batalhas sempre foram a noite e em espaços vazios, como se ocorressem em um mundo paralelo. Algo que deu para capturar mais nesse episódio e, não sei vocês, começo a achar essas manifestações de raiva que impulsionam a transformação nada naturais. Vendem essa de medo de caçadores e afins, mas tão de repente? Sendo que geral se acomodou e ninguém pareceu interessado em caçá-los? Questionamento que também se aplica ao Derek. Desde quando ele é suspeito de algo enorme sendo que tudo ficou centrado em Beacon Hills? Algumas coisas começam a esvair pelo ralo, sem sombra de dúvidas.

 

Fato é que Teen Wolf soube centralizar seus personagens principais e tornou alguns como a treta central. A fórmula de anos e que retornou em forma de Gerard. Vilão que, sem dúvidas, transformou sua pendência do passado em conflito pessoal. Não havia nada de novo caçador, nem algo novo sobre caça, como Chris previu. Há alguém querendo deturpar a cidade. O vovô seguiu vivo, plano backup e que agora quer cobrar os débitos. De novo, briga dentro de casa e só é possível acreditar um pouco mais nessa preocupação dos humanos com o sobrenatural devido à isca na S6A. Mais precisamente, Scott se transformando na biblioteca.

 

Esse detalhe, e tantos outros desse episódio, reforçou o intento claríssimo de sinalizar para a S1. Por ser fim de série, não deixa de ser uma investida segura. Não tem mais para onde crescer e é mais fácil podar o mesmo jardim a fim de não perder o compasso. Inclusive, de não perder mais da caracterização de quem ficou. Talvez, querem recriar o que ocorreu no passado e isso pode ser tanto bom quanto ruim. Nostalgia nem sempre rende o mesmo efeito, true. Antes, essa dinâmica entre caçadores e sobrenatural era implacável, pois não conhecíamos os Argent. Além disso, havia Allison que não via problema em namorar um lobisomem, o que iniciou o processo de desconstrução quanto ao lema da família e todo seu propósito de vida. Mas…

 

Davis prometeu um arco nojento, mas é dolorido ver adulto matando adolescente (se é que Theo morreu) – no aguardo do motivo. A perda das estribeiras da orientadora para cima de Brett me deixou de testa quente e tudo que pensei – de novo – foi numa questão distorcida de fé. Ou, de uma ideologia provavelmente disciplinada por Gerard, um ótimo articulador. Inserir o medo de caçadores infla esse sentimento do bando em proteger o sobrenatural, a veia central de TW que se tornou comum (apesar de lindinha) conforme cada membro dos Argent deixou de ser uma ameaça. Chris cedeu aos encantos de Scott e perdeu a liderança. A intolerância se dissolveu, mas o mesmo não se aplica ao vovô Argent. O frustrado que quer seu dito direito de vingança.

 

O encaixe dessa família surtiu seu efeito (as always). Trouxe um drama sutil ao 6×12, regado de gatilhos. Adorei ver a reação de Scott, em um paralelo saudoso com a S1, ao confundir policiais com caçadores. Um possível teaser de que tudo pode piorar. O mesmo se aplica à Malia que passou um bom tempo em sua forma animal, mas foi caçada a torto e a direito. Foi interessante ver como cada um experienciou brevemente a ideia de ter um Argent maligno de volta e o quanto a perseguição deixou marcas. Quebra um pouco do isolamento de sentir apenas as dificuldades da vida mundana, que nada tem a ver com Lua Cheia, o que volta ao comodismo de ter ignorado os humanos.

 

Só ter Stiles e Mason como apaziguadores é sim insuficiente e agora temos o garoto chamado Nolan para impulsionar a queda das máscaras.

 

Fato é: nunca tiveram tempo de trabalhar esse período de horror que custou várias pessoas importantes no processo. Penso que chegou a hora e torço para que façam direito.

 

Resenha Teen Wolf - Gerard

 

Esse roteiro não impôs tantas cartas à mesa. O foco foi linkar a orientadora com Gerard, o ridículo que com certeza deixou aquela mensagem junto com a faca.

 

Assim como a premiere, o texto foi sensitivo e sua diferença veio do peso da paranoia e dos traumas do passado – Lydia na Eichen House doeu no coração. Sigo curtindo à beça a centralização de Liam, Mason e Corey, apesar de colocar o bando de McCall na penumbra. Deu para capturar a nostalgia da parte desses três novinhos que unem as experiências de Scott e de Stiles. Não é a mesma coisa, mas tem rendido um calorzinho no peito diante dessas emoções impulsionadas pelo crescente conflito central – ainda um tanto aquém do esperado.

 

Sobre pontos negativos, refriso sobre a turma se revelar com facilidade. Como se nunca tivessem experienciado ânimos à flor da pele na vida. Liam e Scott me deixaram aborrecida nessa dobradinha, mas os perdoei devido ao problema de temperamento de um e o reviver do trauma de outro. Porém, não tem como defender Parrish. Sério que ele deixou o brilho de seus olhos se revelar em um lugar que justamente prende sobrenaturais? Parece que foi pegadinha, pelo amor!

 

Pois muito que bem! Poderia me alongar mais, mas as resenhas passaram da validade. Em suma, foram dois episódios complementares e penso que no próximo as coisas tendem a tensionar. Espero que ocorram algumas melhorias, especialmente na dramática que está desconexa. Inclusive, que Gerard não seja a dependência dos futuros desdobramentos porque será o maior tédio da vila.

 

Concluindo

 

Resenha Teen Wolf - Derek

 

Nesse duo, os caçadores se saíram como a primeira parte do drama. Ainda não compreendo a tese do medo, parece algo aleatório, e fico no aguardo do comportamento errático desses personagens. Até aqui, algumas circunstâncias de tensão parecem à toa, como gastar preciosos minutos com Brett e Liam no campo de lacrosse só para empurrar a orientadora em direção a mais um crime.

 

Apesar de alguns adendos negativos, Teen Wolf retornou no popular redondinho. Soube dosar a nostalgia e a expectativa dessa turma em viver fora de Beacon Hills. Sensação muito bem sentida com o discurso de Stiles que deixou os olhinhos cheios de lágrimas. O necessário nesse primeiro momento foi assentar o conflito e os motivos de quem ficou não poder partir, o que estremeceu as estribeiras. Além disso, o fato do quanto esse duo encaixou várias coisas das antigas, denunciando a verdade de que a cobrança sobre o sobrenatural sempre retorna. Mesmo que seja de um modo aparentemente repetitivo – como bem ilustra a abertura da S6B.

 

Além da orientadora, Nolan preocupa, mas não tanto quanto à comodidade de Lydia em ter deixado a lista de sobrenaturais na responsabilidade de sua mãe. WTF? Ato que remete à lista do Benefactor e nem sei o que dizer (ainda). Mama Martin entrará em um conflito bacaninha com a Mama McCall que se mostrou toda preparada para enfrentar o que fosse em reflexo da ausência de Scott. Essas pinceladas de ceticismo também podem ser interessantes no futuro porque os pais deverão proteger seus filhos – e, de graça, quem não tem parente. Porém, há os velhos hábitos que estão na cara que surgirão nos desdobramentos conseguintes.

 

Prometo que tentarei postar as resenhas em dia daqui por diante.

 

PS: qual é dessas aranhas nojentas? E essa de armas everywhere?

Stefs
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