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03/jan

Herow, preciosos! Passaram-se 84 anos entre o tempo e o espaço para chegarmos a este momento que seria: adeus teias de aranha deste satélite chamado Hey, Random Girl. Mas, antes de tudo, feliz 2018! Estou bem feliz de retornar ao lar (e dessa vez é pra valer, toda trabalhada no humor da Sailor Moon!).

 

Este é aquele textinho breve para espantar a poeira + introduzir o novo ano + direcionar algumas mudanças. Embora o site não tenha ficado totalmente às traças (e vocês terão detalhes sobre isso em algum momento deste expediente), é fato que o próprio acabou no cantinho isolado da sala. Apesar de ter publicado algumas coisinhas, não consegui retomar meu ritmo e essa é a esperança da vez.

 

Junto com outros detalhes, logicamente!

 

Como vocês sabem, ou não, sempre lanço uma intenção/tema para nortear meu status atual de vida e meus projetos no geral. Em 2018, tenho pensado muito na celebração da nossa existência, o que dá peso ao meu intento de retornar às raízes deste site. Em outras palavras, me apoiarei na frase-chave desta casinha – embora não seja o tema da vez. De quebra, seguirei com meu projeto de regeneração, iniciado em 2017 e que pouco se comentou também.

 

Seja esquisita, seja aleatória, seja quem você é. É o momento da garota aleatória!

 

Pelo RG ter ficado muito tempo parado, a ideia para este ano é resgatar sua essência. O elo que me fará relembrar o quanto este site é importante, além de me segurar na missão de reconexão com meus projetos. 2018 será o tempo de celebrar quem eu sou e tudo que fiz. Nada mais sensato que compartilhar isso com quem me acompanha – e assim vocês se celebram também. Meu 2017 foi de puro renascimento e não quero perder esse norte.

 

Aproveito até a chance de dizer que meu tempo atual é movido a base de menos é mais. Depois de passar pelos perrengues de 2016 e de viver uma reprise em 2017, notei o quanto é bom filtrar o que verdadeiramente interessa. Nisso, reaprendi a me rodear de pessoas e de coisas que me agregam. Que contribuem para meu processo de amadurecimento. Que me ajudam no meu processo de evolução e de regeneração. Dizem que o reflexo dos arredores vem de quem nos tornamos com o passar do tempo e isso ocorre graças ao que projetamos. Atraímos o que almejamos, sem sombra de dúvidas, um pensamento que ficará transparente ao longo das novas aventuras do Random Girl.

 

Mas, se vale de adiantamento, depois que li um texto sobre preservar energia criativa, minha vida deu uma reviravolta. Sou aquela que se atropelava para chegar a canto nenhum.

 

Então, é melhor corrigir isso e dizer que fui essa pessoa.

 

Com o passar dos anos, nossos interesses se alteram e vemos que fazer um apunhado de coisas ao mesmo tempo não faz tanto sentido – a menos se começar a atrapalhar. Sou acumuladora nata sendo que gosto de minimalismo e do fator intimista. É aquela famosa urgência sendo que você pode ser igualmente feliz ao determinar o que importa. Detalhe que nunca se desprendeu de mim, apenas adormeceu – e me tornei uma corredora e só tomei na testa.

 

A sede de ter que saber de supostamente tudo foi uma grande sabotadora dos meus processos de criação e dos meus compromissos. A melhora veio ao impor a necessidade de ir devagar, nos famosos passos de bebê, e essa decisão me ensinou a ser menos esbaforida. Sério, 2017 foi aquele ano em que saí do útero de alguma galáxia. Nasci de novo e espero honrar essa nova oportunidade, fatos reais.

 

Considerando meu 2016, meu 2017 foi deveras melhor e consegui reagrupar alguns dos meus pedaços. Por essas e outras que não largarei meu propósito de regeneração que acabará entremeado a intenção geral do Random Girl. Eu preciso estender essa reconexão que me coloca e que me impulsiona a passar tempo com tudo que me dá força para seguir adiante. Um ponto que foi meu grande sucesso ao longo do 2º semestre do ano passado e que me fez “vingar” o mesmo timing de 2016. Sentia falta desse meu universo privado e de viver nele como a garota com gostos aleatórios.

 

Pois é. Eu voltei. Toquem a música do Fantástico. Sinto-me um tanto mais leve e mais disposta. Bons sinais de que essa aventura tem tudo para render ao longo de 2018. Roda de oração, por favor!

 

Atualizações + despedidas

 

sailor moon chorando

 

Janeiro vem com aquele gosto de faxina na casa e isso começa com as resenhas de série. Todas sofreram e sofrerão o maior dos cortes neste site. É triste, mas necessário!

 

Calma que não é um corte para todo o sempre, mas menos é mais. Quero mesmo levar a sério o intento de preservar minha energia criativa, um objetivo que vale para todos os âmbitos da minha vida. Em vez de resenhar 10 séries onde 11 me deixam infeliz, prefiro duas e me aprofundar no processo.

 

Oficialmente (e penso que quem ainda me visita deve ter notado), é hora de dar adeus a Chicago P.D., Chicago Med e How to Get Away with Murder. Se vocês forem de exatas, saberão quem fica: Chicago Fire e Doctor Who.

 

Essa é a primeira mudança letal do RG. Amo escrever resenhas de séries, mas, com o novo job e mais outros projetos que quero me dedicar, preciso de espaço semanal. Elas já tomavam todos os espaços da minha rotina, algo que começou a me estressar, especialmente porque não conseguia pensar em outras pautas para o site. Geminianos não gostam de gesso. É meu jeitinho!

 

Mas você pretende resenhar alguma série nova?

 

Por enquanto, as duas que passarão por aqui são Skam e The Bold Type. A primeira pretendo fazer uma revisitação. A segunda pretendo resenhar pontualmente.

 

E o tema do ano qual é?

 

sailor moon duvida

 

Como disse na abertura deste texto, o tema de regeneração, inserido no 2º semestre do ano passado, continuará entre nós. Não trabalhei bem o assunto, tanto aqui quanto no Bela e as Feras, e não atropelarei o processo – até porque tenho curtido a vida de Time Lady que precisa restaurar sua nova versão alienígena.

 

Para 2018, há alguns planinhos em cena. Como sempre faço um texto exclusivo para o tema, então, quando menos esperar ele estará entre nós.

 

Para fechar!…

 

sailor moon 1

 

Não sou da política, então, não prometerei nada. Agir sempre é a melhor solução. O que posso dizer em primeira mão é que voltaremos àquele clima meia-luz, bem intimista, com cheirinho imaginário de café e de pão recém-saído da torradeira. É a hora de retornar às origens, mas não significa que o percurso será o mesmo. Afinal, evoluímos e é sempre tempo de evoluirmos mais e mais.

 

E, claro, apresentar situações com um novo ponto de vista.

 

Inspirada em Doctor Who, nada como duas Era uma vez… para o Hey, Random Girl (apesar das várias tentativas de retorno). O primeiro passo é compreender novamente o compasso que começou com lindas nuances de encontrar a inspiração.

 

Sejam bem-vindos ao Hey, Random Girl! Espero compartilhar experiências incríveis com vocês novamente. Que 2018 seja extraordinário para todos.

 

PS: não custa pedir para manterem o colete à prova de balas. Acidentes acontecem!

Stefs
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