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20/jan

The Bold Type entrou no meu radar completamente por acaso. Era semana de series finale de Pretty Little Liars, salvo engano, quando a conta da Freeform deu um RT nessa série. Depois de uma zapeada no feed, me perguntei: onde estava este tempo todo que não me deparei antes com a possibilidade de ter um novo vício televisivo? Por algum toque divino, segui a conta e, na estreia, morri de vontade de acompanhar. Porém, eu tenho uma regra particular para evitar dispêndio de energia: se renovar, eu assisto. Tudo bem que eu daria uma xeretada se rolasse cancelamento, mas demoraria eras para isso.

 

Maratonei The Bold Type no ano passado e, como esperado, viciei. Viciei muito, mais que o esperado. Não parava de pensar sobre tudo, desde os temas até as personagens. Quando isso ocorre, sei que não superarei tão cedo. Inclusive, sabia que não demoraria a escrever algum textão e isso ocorreu lá na Revista Pixel. Uma oportunidade que me tirou do redemoinho mental que essa série me acarretou porque eu tinha (e ainda tenho) muita coisa para falar e não sabia por onde começar. Tal experiência serviu como filtro que abriu brecha para o que intento daqui por diante.

 

Intenta? Sim!

 

A partir deste post, cada episódio contará com um texto reflexivo sobre as lições que mais me tocaram. Isso! Teremos um especial sobre a maravilhosa série chamada The Bold Type. 

 

E eu disse que as resenhas (e as séries no geral) não morreriam totalmente deste site.

 

Fazia muito tempo que uma série não ficava presa na minha mente ao ponto de me ver fissurada em saber mais informações. De matutar o que cada episódio trouxe de experiência para mim e de sentir aquela vontade de ver tudo de novo imediatamente. Este foi o caso de The Bold Type, que ocupou alguns espaços da minha vida. Apeguei-me tão rápido, mas tão rápido, que tenho medo de possíveis desilusões no futuro. Afinal, a seriezinha tem duas temporadas programadas (amém!).

 

Foi uma descoberta que caiu na hora certa em minha vidinha (como ocorre quase sempre) e que, de quebra, calhou muito com a pegada que o Hey, Random Girl vem tendo desde que meu processo de resenhas se alterou. A ideia de esmiuçar a caracterização de personagens femininas tão quanto as suas histórias – e o mesmo vale para o conteúdo no geral – se desdobrou naturalmente. Medida inspiradora que tem todos os seus créditos graças à descoberta de duas palavrinhas: feminismo e representatividade. Ponto de vista que se manterá firme e forte ao longo de 2018.

 

Com todos esses, e outros, pensamentos e aflições, The Bold Type me soou como um novo desafio para gerar conversas/resenhas. Não nego que estou um tanto aterrorizada. Um sentimento bem comum quando penso em investir em séries que fogem um pouco da minha lupa de interesse.

 

Não que TBT esteja extremamente fora da minha alçada. O que me preocupa são os temas e como os abordarei sem soar tão calorosa (e sei que, quando começar a tarefa, chutarei o balde e é isto).

 

No texto que escrevi para a Pixel, afirmei que The Bold Type é uma série que move sentimentos de mulheres de 25+ (e ela não falha em conversar com as adolescentes, a propósito). Há várias pautas em cena, como profissão, relacionamento, sexo… Um embasamento que espelha o editorial da revista Scarlet, veículo que se responsabiliza pelo background que move as três personagens centrais lindas e maravilhosas. Um combo que encanta e que rende histórias muito fáceis de se relacionar. Depois de 10 episódios, Jane (Katie Stevens), Sutton (Meghann Fahy) e Kate (Aisha Dee) facilmente se tornam suas novas melhores amigas. Digo por mim: elas me perseguiram.

 

Uma perseguição ótima que calhou nos primeiros capítulos da saga “empregada novamente”. Vivi uma bad danada à época e cada episódio me serviu de fagulha. Preciso vestir a minha própria camisa. Nada mais que isso e foi isso que fiz.

 

Apesar desse trio inspirador, Jacqueline foi quem se tornou a dona da minha vida. A editora-chefe que foge do trope “chefia megera”. Ela inspira confiança nas mulheres que trabalham ao seu redor. Ela as empodera e foi com esse singelo ato que considerei The Bold Type mais que um achado. É um frescor quanto ao posicionamento feminino dentro de uma grande empresa de sucesso.

 

Esses são apenas alguns pontos que tornam The Bold Type encantadora. Uma série necessária. Um investimento até que surpreendente por ser da Freeform, emissora que anda focada em trazer conteúdos pertinentes depois da sua Era com Pretty Little Liars. Esse universo só quer saber de centralizar as mulheres. Afirmar e reafirmar o quanto todas são incríveis. Afirmar e reafirmar que elas podem ser e estar onde quiserem. Uma aula de empoderamento imersa no cotidiano competitivo de uma revista de moda, cujas pautas desenvolvem a trama da cada episódio.

 

The Boldy Type - Piloto - Trio

 

O Piloto não tem muita técnica. Seu objetivo, além de lançar o universo de The Bold Type, foi engatar uma trama leve e que destacasse seus pontos-chave. Como o empoderamento e o feminismo sutil. Além disso, que introduzisse suas personagens de maneira que conquistassem nossa simpatia no primeiro contato – algo que foi extremamente fácil. Como disse, fui conquistada de imediato e o que veio depois foi a cogitação se deveria ou não fazer as resenhas.

 

Os assuntos que norteiam esta série são atuais. Como também já disse, tratam o empoderamento e o feminismo sutilmente, o que não nega um pouco da zona de conforto. Independente, The Bold Type teve o talento de agir como estalido e fagulha ao trabalhar alguns assuntos feministas, como uma personagem deslizar nesse seu papel político. Um exemplo, de vários, que me deixou irrequieta devido à vontade de falar mais sobre esse mundinho. Não se fecha os olhos diante de um trabalho de extrema pertinência. Até porque é sempre ótimo falar sobre coisas das quais você é apaixonada.

 

E eu me apaixonei por essa turma. Verdadeiramente.

 

The Bold Type começa com um grito de três mulheres superpoderosas. Lindos vestidos. Mãos dadas. Amor mútuo. Elas são especiais e entregam uma expressão de afeto que é melhor compreendida ao longo de 10 episódios. O trio é a chave do mencionado feminismo sutil, ou seja, sem tantos aprofundamentos. Como há muitas séries que pregam a F word à toa, só para fazer apropriação de luta e para ganhar audiência, meu maior receio foi terminar de ver o Piloto e descobrir que esta fazia cosplay desse tipo de série. Fiquei bastante desconfiada com o que via e ouvia, mas essas senhoritas me cativaram na cena de abertura e eu quis acompanhá-las por 45 min.

 

Ainda sim fiquei com a pulga atrás da orelha. Vi-me cética (como quase sempre), pois, no episódio de estreia, há muitos diálogos em que as personagens clamam ser políticas e empoderadas. Confesso que estranhei porque parecia venda escrachada (e não duvido que tenha sido, uma tática que ninguém está imune, stop the cética). Eu não quis crer que cairia em uma pegadinha de mau gosto porque, literalmente, estava diante de um mundinho secreto bom demais para ser verdadeiro.

 

Sobre o feminismo sutil (ou sorrateiro): diz que ele está entre as mulheres que enfrentam o cotidiano sem deixar de pensar, por exemplo, no quanto deveriam ser melhor tratadas no ambiente de trabalho e ganhar salários iguais ao dos homens. Há quem menciona que essas mulheres são as que andam produzidas, com maquiagem e tudo, e que desenvolvem sua visão feminista na miúda. Aplica/fala sobre sorrateiramente onde quer que esteja.

 

Uma definição que é dita no Piloto de The Bold Type. E, bem, deu match, né?

 

Apesar do meu amor à primeira vista, o ceticismo emperrou minha entrega justamente devido a esse feminismo sutil. Tive que girar a chavinha para não tratar essa pegada como propaganda e os episódios seguintes provaram uma preocupação tênue com a pauta. Uma tenuidade que não rima com superficialidade, pois The Bold Type tem sua forte, e até que bem construída, carga dramática. Com esse ponto de vista, a série trabalha as personagens que possui e elas refletem a verdade de que podemos ser bem-sucedidas. Porém, nada disso nos imuniza do curso natural da vida (como ter uma doença).

 

Vi-me convencida de que essa série seria a minha série no 3º episódio, cuja premissa traz Kat sofrendo nas mãos de trolls online. Fiquei arrasada e, a partir daí, passei a tratar não só essa personagem, como todas, como minha nova família que ninguém toca.

 

No Piloto conhecemos a dinâmica entre Jane, Sutton e Kat. Tanto na amizade quanto no trabalho. Uma é promovida a redatora, a outra é assistente e a última é a boss de social media. Três empregos diferentes para três personalidades diferentes. O trio transita na demonstração genuína da sororidade que, nesse primeiro momento, não dá sinais de que se dissolverá pela famosa rivalidade. Seguindo, vemos que não há tretas, só amor, cumplicidade e muito respeito. Pontos tremendamente positivos, pois não seria uma surpresa ver mais uma série colocando uma mulher contra a outra por caras e/ou cargos. E, honestamente, não tenho mais idade para isso, fatos.

 

Mas não nego que a introdução dos dois rapazes me deixou meio tensa. Afinal, a história de Sutton engata entremeada à de Richard. Ambos possuem um relacionamento às escondidas e o alerta de desvalorização de personagem piscou bravamente. Contudo, assim como muitos pontos em The Bold Type, certos vieses têm propósito e sentido. O sentido dessa storyline, tão quanto a de Jane que se vê na missão de escrever sobre como stalkear o ex, é a imposição feminina dentro de um relacionamento. Um revés importantíssimo quando há margem para slut-shaming.

 

Jane é considerada a personagem central, especialmente por ter uma ligação fortíssima com a revista e com Jacqueline. Ela representa a garota que cresceu lendo a Capricho aka eu mesma. Por intermédio dessa jovem se finca a dinâmica de rotatividade das matérias da Scarlet e, com isso, no desenvolvimento de storylines. Aqui está uma relação que me fez tremer na base logo nos primeiros minutos, com todo aquele suspense em torno das sandálias vermelhas da chefia.

 

The Boldy Type - Piloto - Jacqueline

 

Personagens como Miranda Priestly imperam quando a premissa é o mundo da moda. Eu esperava a Miranda interior se esvair de Jacqueline porque a Scarlet, apesar de demonstrar suas fofuras, tem o realismo de ser competitiva e de exigir muito das mulheres que se descabelam para dar o seu melhor. The Bold Type foi lá e fez mais uma diferença significativa. Algo que me impulsionou a bater o martelinho sobre resenhá-la em reflexo do fato de que só tive chefes péssimas.

 

Jacqueline me encantou e um de seus momentos mais marcantes ocorreu no instante em que ela lida com Kat depois do caos de Adena (no Piloto). O primeiro sinal de que a chefia se preocupa com o bem-estar da sua equipe e motiva cada uma, mesmo, a não abrir mão do que acreditam. Ela quer que todas sigam suas paixões. Que sejam verdadeiras. Que não abaixem a cabeça, nem mesmo diante do conselho da revista que é formado praticamente por homens 50+ (e essa cena é sensacional!).

 

Acostumada a ouvir broncas de mulher para mulher, tanto na vida como na ficção, me vi em estado de deleite ao testemunhar esse apoio da parte da editora-chefe da Scarlet. Ela é pura sororidade e empoderamento. Ela faz questionamentos para trazer o melhor do trio à tona e é incrível. Fiquei aos prantos várias vezes com essa senhora. Se eu fosse culpar alguém pela minha paixão instantânea por The Bold Type, essa pessoa se chama Jacqueline. A chefe que toda mulher merece!

 

Quem também tem todos os méritos é Kat, que brilha durante o piloto na companhia de Adena. E brilham juntas nos episódios conseguintes. Uma relação que começa com uma queda de pauta porque a revista Scarlet é rotulada como “não feminista o bastante”. Um ponto de vista que bota em julgamento todos os veículos voltados para a mulher e que tratam, bem, futilidades (como conquistar um homem em 10 dias, por exemplo). Ambas as personagens reforçam o intuito político e feminista em The Bold Type. Foi impossível não me apaixonar pelas duas também, embora tenha me visto totalmente em menina Jane. A escritora sempre injustiçada – eu mesma.

 

Lição número um: com o que você se importa?

 

The Boldy Type - Piloto - Jane

 

Chegamos a parte pertinente deste post (e não custa repetir): daqui por diante postarei um texto sobre cada lição que me tocou ao longo da maratona de The Bold Type.

 

No caso do Piloto, o questionamento marcante foi: sobre o que Jane Sloan se importa? Pergunta feita por Jacqueline graças às dúvidas da jovem quanto às sugestões de pauta. Algo que se refletiu no escrever considerando a proposta da Scarlet. Uma indagação que, de quebra, mostrou as aspirações de cada personagem em cena – que nada mais seriam seus desafios futuros.

 

The Bold Type se empenhou em delinear sua voz no Piloto. Muito além da dinâmica que envolve o desencadeamento de trama e das personagens carismáticas. Investida que ganhou respaldo no grito das meninas no começo/fim do episódio. É a voz da reivindicação. O grito do empoderamento. É o pedido da liberdade de expressão tendo em vista o fator de se ter mulheres no centro.

 

Mulheres sempre ignoradas. Mulheres sempre rebaixadas. The Bold Type nos trata como rainhas! Além disso, não aceita menos que ousadia da nossa parte para lidar com tudo e todos.

 

Jane traz essa força consigo e é a personagem que pensa um tanto mais politicamente. Raciocínio que não casa tanto assim com a linha editorial de onde trabalha. Ela instiga pitches mais relevantes em comparação aos que lhe são sugeridos para escrever diariamente. Sua primeira pauta é “como stalkear um ex que não é stalkeável”, o que conflita com sua necessidade de gerar conversas pertinentes, como sobre gênero. Enquanto Kat e Sutton são um tanto mais confiantes nos postos que ocupam, a “nova” redatora, independente dos seus 4 anos na Scarlet, não sabe por onde começar.

 

Porém, ela quer desafios. Ela quer expor seu ponto de vista, mas se sente atada pelas expectativas de Jacqueline. Mulher que vê como mentora.

 

É aí que temos outro instante que encanta no Piloto: essa puxada de orelha de Jacqueline. Jane precisa encontrar as suas pautas. A sua voz que não deve replicar a da chefia. O que calha na indagação sobre o que a personagem se importa como jornalista. E eu estive nesses sapatinhos.

 

Já disse sobre o quanto me vejo nessa dúvida existencial. Vejam bem, o Random Girl existe para dar voz a assuntos dos quais me importo já que na faculdade não tive essa chance. Encontrei minha intenção depois de anos de batalhas interiores que me diziam que não era boa o bastante para seguir com a profissão. Nem mesmo se meu intento fosse focar em pautas que amasse muito.

 

Descobrir-me nesse quesito não foi uma tarefa fácil. Foi uma luta solitária, mas que trouxe sua recompensa. Hoje, enxergo melhor minhas habilidades e que tipo de histórias quero contar. Decidida nisso, meu processo flui magicamente. Algo que rola com Jane.

 

Você se sente relevante ao se dar voz e, a partir disso, não quer mais manter a boca fechada. É isso que Jane busca, mas não significa que ela tenha encontrado a solução na Scarlet (#spoilers).

 

Essa busca pela sua própria voz é o debate constante no Piloto – entrecortadas pelas aclamações feministas e empoderadoras. Adena questiona a Scarlet no sentido oposto, afirmando que a revista só fala de moda, beleza e de como conquistar garotos. Ou seja, não tem voz. Jacqueline defende esse ponto de vista e ainda acrescenta ironias sobre como conquistar seus sonhos usando o jeans perfeito. Eu ainda tenho adendos sobre essa parte. Cresci alimentada pela Capricho e a Capricho nunca me foi positiva – e só vi isso anos depois, obviamente. Mas, confiei nesse terreno.

 

Centralizar as vozes foi o ponto altíssimo do Piloto The Bold Type. Deixar claro quem faz o que e sinalizar a luta que se desenrolará na temporada. É um trabalho constante ao longo de seus 10 episódios e é impossível não se envolver com todas as dramáticas.

 

O Piloto nos dá as mãos sobre buscar essa voz, mas não significa que, uma vez encontrada, temos que nos dar por satisfeitas. Sempre há muito mais que podemos travar e explorar. Muito mais a aprender e a aderir. Vozes são mutáveis como a vida, se alteram junto ao nosso amadurecimento. Quando retrocedi no RG para entender o que precisava ajustar, vi o quanto mudei nos últimos seis anos. Há pessoas que deletam pensamentos anteriores por vergonha, mas eu decidi mantê-los. É meu processo de evolução e eu cheguei ao exato ponto em que posso dizer que gosto da minha voz.

 

Gosto de ter essa noção e reconhecimento de que posso usá-la junto com a escrita.

 

Encontrar sua voz está atrelada aos assuntos que você se importa. Um casamento que lhe deixará mais segura. Mais atenta aos arredores. Quem sabe, mais apaixonada pelo processo. É algo que ocorre por meio de descobertas e de redescobertas. Ao menos para mim, foi redescoberta porque sempre tive noção de que a escrita era minha ferramenta. Só não sabia exatamente o que fazer com ela. Nisso, trabalhei e experimentei. De fato, o segredo pode estar na nossa rotina, nas coisas que fazemos fora do expediente. Essa voz está ao nosso alcance e pode estar nas entrelinhas.

 

Às vezes, só precisamos de uma olhadela mais peculiar ao que fazemos e buscamos todos os dias. Para enxergar essa voz e atraí-la. Uma vez que isso ocorre, você é imparável. E Jane começou a se sentir imparável, muito embora as pautas que lhe importam não sejam sobre como stalkear o ex.

 

Concluindo

 

The Bold Type - Piloto - Jane, Sutton e Kat

 

Espero que tenham aventuras, que se apaixonem, que tenham seus corações partidos. Espero que façam sexo com as pessoas erradas e com as certas, que cometam erros e que peçam desculpas, que saltem e que mergulhem. Eu espero que vocês liberem o inferno em qualquer pessoa que tentem emperrá-los.

 

Este quote, entoado por Jacqueline no Piloto, é a essência de The Bold Type. O que reforça o papel dessa personagem em ter me feito ficar com essa série.

 

Apesar das pautas feministas serem cruciais para a proposta da série, Jacqueline é a dona desse universo glamoroso. Ultimamente, estou em uma fase de analisar lideranças femininas em ambientes corporativos e todas as minhas fichas estavam nessa mulher que escolhe ser gentil em vez de esmagar suas colaboradoras. É ela quem dá vida, ritmo e causa ao trio. Ela inspira e gera confiança tanto entre as personagens quanto no ambiente de trabalho em si.

 

O intuito de The Bold Type é ser a nossa irmã mais velha. Muito a cara de quem foi garota Capricho. Aquela que marcava ponto na banca toda quinta-feira para ter a nova edição – eu mesma aqui de novo e gastava o dinheiro do meu lanche. Era um passe para reunir as amigas na escola e para releituras dentro de casa. Vivi por essa revista, mesmo sem saber que ela me afetava negativamente por vender uma imagem adolescente que eu nunca atingiria.

 

Mas isso é papo para as futuras postagens. Todo mês terá um episódio a ser comentado, ok? Quando a série retornar, teremos aquele formato maroto de resenhas sim!

Stefs
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