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05/jun

Olá, preciosos, como vocês estão? Está é mais uma cartinha aleatória sobre o mês de junho.

 

E, para variar, não sei por onde começar. Então, vamos partir para a desordem de pensamentos.

 

Como comentei na cartinha de maio, eu angustiei na tremenda falta de interesse em comparecer a este site. Algo que pode ser tratado como falta de inspiração também. Contei que rolou uma incerteza sobre manter ou não este projeto, ou simplesmente dar uma folga para reajustar meus interesses. Bem, cá estamos, sem desistência a caminho!

 

O lado bom do mês de maio, além do meu aniversário, óbvio, veio dos 4 dias de feriado prolongado. Pensei muito sobre o Random Girl. Pensei muito sobre o Bela e as Feras. Pensei muito sobre outros projetos de gaveta. Com tanto tempo só para mim, em um acampamento pessoal, determinei que essa folga seria centralizada para dar uma nova atenção ao que tenho na mesa. E, claro, descansar física e mentalmente, o que me deu um olhar mais fresco sobre tudo aquilo que cuido. Criou-se certa luz.

 

Não me sinto tão exausta em comparação aos dias anteriores. Não me sinto como no mês de maio, que me trouxe a sede de chutar o balde. Eu precisava mesmo parar tudo e todos. Sair da rotina. Só assim para me realinhar. Só assim para voltar a ter harmonia.

 

A pausa me trouxe de volta ao cerne de ter criado este site e a mensagem que sempre foquei em transmitir por aqui.

 

No caso, inspiração. Palavra que me reencontrou e que eu abracei com muito carinho no feriado prolongado.

 

Pitch Perfect 2

via giphy

 

Eu fiz desses 4 dias basicamente um acampamento comigo mesma. Na quinta, eu escrevi todas as resenhas dos livros que compensam compartilhar com vocês. Na sexta, eu passei metade do dia centrada no que posso chamar de uma nova tentativa de escrever um livro – e consegui finalmente criar vínculo emocional com a história. Na sexta ainda, despachei tudo que não prestava, purifiquei meus presentinhos de bday, terminei a 1ª temporada de This is Us e me dei ao direito de ver Pitch Perfect de novo. Sábado rolou a faxina imensa e, mais tarde, comi muita pizza, muito bem acompanhada de alguns filmes que marcaram minha adolescência. Domingo foi mais escrita da minha história, mais descanso, mais leitura… Eu poderia beijar quem inventou esse feriado porque me fez um bem danado.

 

Meramente porque me colocou em contato com praticamente tudo que amo fazer e que, às vezes, esqueço que posso seguir fazendo, não importa meu trabalho de segunda a sexta.

 

O que rendeu em: eu precisava de novas realizações sobre mim e o que faço. E isso também é muito bom. Com a correria da rotina, e o desejo de só chegar em casa e desmaiar, projetos ficam de lado. Principalmente os em andamento. Afinal, já estão encaminhados.

 

Wrong!

 

Eu realmente reencontrei minha inspiração e senti orgulho de mim ao longo das tarefas estabelecidas nesse acampamento pessoal. Eu fiquei feliz! Sendo que, dias antes desse feriado, eu subia pelas paredes com tanta ruminação mental que parecia não ter hora para acabar. Era um zunido sem fim e eu precisava de silêncio. Silêncio para pensar.

 

Dentre tantas vantagens, finalmente enfiei nessa cabecinha (pela milésima vez) que eu não tenho um vira-tempo. Eu consigo dar conta de tudo. O que eu preciso mesmo é não me sobrecarregar. Não menos importante, delegar. Eu tenho meu próprio jeito de colocar uma coisa em cima da outra, sendo que não trabalho na bagunça. Eu preciso de ordem. Preciso de deadline. Preciso saber em que território eu piso. É me sobrecarregando que acabo não fazendo nada, pois a exaustão entra em cena. E não tem como trabalhar bem na exaustão.

 

Eu mesma não consigo. Eu fico uma grande nhaca com poucas horas de sono. Nem penso direito porque fico enjoada igual a um ‘nenê’.

 

Pitch Perfect 2

via giphy

 

Eu preciso dormir bem. Comer bem. Relaxar. Degustar do que faço. Enfim. Todo mundo precisa disso para ser um humano funcional. E eu não estava cuidando muito bem de mim. Algo que acontece quando entro na zona de insatisfação/frustração/ruminação. Meu valor vai lá pro tártaro e lá se vão dias para recobrar meu juízo. Eu preciso me sentir bem para que as coisas fluam dentro do considerado bem. E, assim, ter minha lindíssima inspiração de volta. E, assim, botar as coisas para rodarem de novo – de um jeito positivo.

 

Meu conflito com a desistência sempre existirá, mas eu percebi que sou teimosa. E, para algumas poucas coisas, bastante determinada. Sim, eu fiquei me autoestudando desde que puxei meu freio pessoal no mês passado e, sério, eu quis me estapear. Agora está tudo bem, juro!

 

Resultado: entro neste mês um pouquinho em paz. Porém, com uma gota de medo. Medo de transcorrer a semana e, bang!, perceber que fui enganada pelas minhas próprias emoções – algo que pode acontecer sim.

 

Ao menos, eu cumpri o que queria: postar as resenhas-reflexões de The Bold Type. A série começa sua segunda temporada na semana que vem e está aí algo que estou empolgadíssima. Principalmente para resenhar!

 

E fazia tempo que não me via empolgadíssima com a ideia de escrever resenhas.

 

Quem sabe em algum momento eu fale mais desse acampamento pessoal, mas, por agora, vamos focar no que interessa.

 

Então, o que podemos esperar de junho?

 

Beca Mitchell

via giphy

 

De novo, entro aqui sem cronograma. Porém, entro com um tema: regeneração.

 

Estamos quase perto do 2º semestre e penso que é o momento propício para relembrar o que importa. Afinal, esse também é um momento propício para começar a se estabanar nas famigeradas impressões sobre “o ano está acabando de novo e eu não fiz nada”. Fazia um bom tempo que queria abordar essa palavra, especialmente como uma ode ao meu 2017 – em que o tema foi regeneração. Tenho algumas ideias em mente, mas penso que será por meio dessa palavrinha que recuperarei um pouco do gosto de sentar e de cuidar desta casinha.

 

O que calha no fato de que fiz 32 anos. Ou seja, gosto de pensar que minha extrema vulnerabilidade de maio se deveu porque estava no fim de mais um ciclo. Agora, regenerada, nada mais sensato que reajustar essa nova “reencarnação”.

 

Uma regeneração no sentido de: vamos focar no que faz bem.

 

Além de desenvolver esse tema, pretendo trazer umas resenhas de série compactadas (aka maratonadas). Não citarei nomes porque toda vez que cito acabo não cumprindo nada e isso muito me chateia no fim das contas.

 

Então, vamos deixar tudo como uma belíssima caixa de surpresa.

 

Ainda manterei o ritmo de dois posts por semana. Eu lidei bem com a diminuição da quantidade de texto porque me dá mais tempo de dedicação a eles. Com sorte, eu volto ao pique normal.

 

Que junho seja bom pra gente! ❤

 

Stefs
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